Mostrando postagens com marcador Cultura e Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura e Arte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de julho de 2019

Perguntas e Mentiras (excertos de Morin - 8)

"Ask me no questions and I'll tell you no lies."
Não me faça perguntas e não te direi mentiras 

Frase atribuída a Bing Crosby, citada por Edgar Morin em "Um Ano Sísifo", ed. SESC

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Cinema brasileiro

"...progresso, mesmo nos filmes mais pessimistas das duas últimas décadas, era um dado socioeconômico e um horizonte histórico. "O futuro era mais doce que amargo, mesmo quando agridoce. A partir da virada do século, mais filmes passaram a ser feitos e mais realizadores, muitos jovens, a fazer filmes por diversas regiões do país. O Brasil percebia poder se abrir e se redescobrir, para fora e para dentro. Com a depressão política que atravessamos nos últimos anos, o presente parece ter perdido um pouco da vocação para acolher movimentos históricos. Ressurgem, com mais força, os futurismos, os desencantos, as batalhas imponderáveis e a sensibilidade distópica de maneira geral"... - Luis Fernando Moura em 

https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2019/06/27/nordeste-devolve-prestigio-ao-cinema-nacional-mas-aponta-futuro-sombrio.htm?fbclid=IwAR3WT1WZfsArURdwlr0laMaJHOmmV6KYk6gR-KgZiX3e1-iiLl_6tPTK3a4&cmpid=copiaecola

sábado, 8 de junho de 2019

Do Fundo Do Meu Coração

Eu cada vez que vi você chegar
Me fazer sorrir e me deixar
Decidido eu disse: nunca mais

Mas, novamente estúpido provei
Desse doce amargo quando eu sei
Cada volta sua o que me faz

Vi todo o meu orgulho em sua mão
Deslizar, se espatifar no chão
Vi o meu amor tratado assim

Mas basta agora o que você me fez
Acabe com essa droga de uma vez
Não volte nunca mais pra mim
Acabe com essa droga de uma vez
Não volte nunca mais pra mim

Eu toda vez que vi você voltar
Eu pensei que fosse pra ficar
E mais uma vez falei que sim

Mas já depois de tanta solidão
Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim
Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim

Se me perguntar se ainda é seu
Todo o meu amor eu sei que eu
Certamente vou dizer que sim

Mas já depois de tanta solidão
Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim
Acabe com essa droga de uma vez
Não, não volte nunca mais...

https://youtu.be/g_t4U2q-tvQ

domingo, 26 de maio de 2019

Ah! As canções francesas... L'Amour!!!

Duas canções francesas que gosto imensamente, que tocam meu coração e me emocionam... Não são francesas!!!!

Uma é a famosa "Joana Francesa" (para ouvi-la, clique), de Chico Buarque, parte da trilha sonora do filme de mesmo nome, um filme de drama de 1973.

A outra é de um inglês, com título de "Sir", que gravou a canção "Donner pour donner" com a francesa Frances Gall, na década de 1970, Elton John (para ouvi-la, clique aqui).

Meu francês é péssimo, mas estas canções são espetaculares, não?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

24 de janeiro de 2019

Assistimos, Rica, Elaine e eu, a um documentário sobre a importância dos Beatles no mundo atual.
Impressionante em quantos os aspectos e formas eles influenciaram a cultura, os valores, o pensamento humano, mesmo sendo "apenas" uma banda de rock!!!
Em 1967, em junho, os Beatles foram escolhidos pela Grã Bretanha para representarem o país na primeira transmissão mundial de TV ao vivo.
O que eles fizeram? Reuniram um grupo de pessoas, algumas celebridades amigas, como Mick Jagger e lançaram uma canção nova, muito simples, mas que trazia a mensagem central da filosofia de vida que eles haviam adotado: "All you need is Love".
Levei muito tempo, tempo demais, pra perceber: essa é a única convicção que vale a pena ter certeza, a única mensagem que merece ser vivida e divulgada.
Com vocês, The Beatles.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

4 de janeiro de 2019

Aos jovens:

"For you will still be here tomorrow, but your dreams may not".

 Vocês ainda estarão aqui amanhã, mas seus sonhos podem não estar.

(Cat Stevens, na canção "Father and Son")

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

01 de janeiro de 1964... ops, 2019

- Mamãe diz que vc manda no país.
- Não! Mamãe está enganada, eu estou na oposição...
- O que é isso?
- É reclamar dos que mandam no país...

(diálogo entre pai e filha no seriado de TV "Colateral" da Netflix. Apesar de ser inglês, o diálogo podia muito bem ser entre minha hipotética filha de 5 anos e eu...)

obs: postagem número 900 deste blogue.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Porrada! E você "vai levando"...

"Não adianta olhar pro céu
Com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer
E muita greve, você pode, você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão
Virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus
Sofreu não quer dizer que você tenha que sofrer!
Até quando você vai ficar usando rédea?!
Rindo da própria tragédia
Até quando você vai ficar usando rédea?!
Pobre, rico ou classe média
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
muda que o medo é um modo de fazer censura

Até quando você vai levando? (Porrada! Porrada!!)
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada! Porrada!!)
Até quando vai ser saco de pancada?

Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente
O seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Cê tenta ser contente e não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e a sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagrante!
É tudo flagrante! É tudo flagrante!!

A polícia
Matou o estudante
Falou que era bandido
Chamou de traficante!
A justiça
Prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado
E absolveu os PMs de Vigário!

A polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco
A programação existe pra manter você na frente
Na frente da TV, que é pra te entreter
Que é pra você não ver que o programado é você!
Acordo, não tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede o diploma, não tenho diploma, não pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado, que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá
Consigo um emprego, começa o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego, mas onde que eu chego se eu fico no mesmo lugar?
Brinquedo que o filho me pede, não tenho dinheiro pra dar!
Escola! Esmola!
Favela, cadeia!
Sem terra, enterra!
Sem renda, se renda! Não! Não!!

Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente!
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro!

Até quando você vai ficar levando porrada,
até quando vai ficar sem fazer nada
Até quando você vai ficar de saco de pancada?
Até quando?"
(Gabriel, o Pensador. Veja o clipe AQUI)

terça-feira, 4 de abril de 2017

Decrescimento

"Decrescimento: leituras para a "Prisão Crescimento"

 Pequeno tratado do decrescimento sereno, de Serge Latouche, 2007, francês. [Trad: Claudia Berliner, 2009.]
 Democracia econômica: alternativas de gestão social, de Ladislau Dowbor, português, 2013.
 O decrescimento: entropia, ecologia, economia, de Nicholas Georgescu-Roegen, 1970-81, inglês. [Trad: Maria José Perillo Isaac, 2012.]
 A natureza como limite da economia: A contribuição de Nicholas Georgescu-Roegen, de Andrei Cechin, 2010, português.
* * *


O economista francês Serge Latouche se autoentitula um “objetor do crescimento” — como em outros tempos havia os “objetores de consciência”, que se recusavam a ir a guerra. O Pequeno tratado, que tem objetivo de ser “um compêndio do corpus das análises já disponíveis sobre decrescimento”, é a melhor porta de entrada ao assunto.


Ladislau Dowbor é um economista polonês radicado no Brasil e professor da PUC-SP. Democracia econômica, também muito acessível às pessoas leitoras leigas, tem como objetivo fazer uma “revisão da literatura econômica internacional” sobre a construção de um novo tipo de economia, uma certa “democracia econômica” mais afinada às problemáticas e necessidades atuais.


Já o falecido economista romeno Nicholas Georgescu-Roegen (1906-1994) foi um dos precursores do decrescimento, em uma época que esse tema ainda era anátema dentro da economia. Basicamente, ele diz que, como o universo tende à entropia, cada joule de energia, cada quilo de alumínio, que gastamos hoje é um pequeno roubo dos nossos descendentes. Ou seja, ele defende o decrescimento, entre outras coisas, para que a matéria-prima do planeta não acabe tão rápido.


A prosa de Georgescu-Roegen pode ser um pouco densa para pessoas leigas, e a Editora do Senac tem feito um excelente trabalho de popularização de suas idéias: Decrescimento é uma seleção de quatro de seus principais e mais acessíveis artigos, oferecendo um bom ponto de entrada para sua obra; e Natureza, escrito por um professor brasileiro, é uma tentativa de apresentar suas ideias de maneira resumida, explicada e ainda mais acessível."

(retirado de postagem de Alex Castro em seu "Leituras comentadas")

segunda-feira, 3 de abril de 2017

LOGAN

"Eu machuco pessoas" - murmura Wolverine.
"Eu também machuco" - retruca Laura - "mas elas são más".
"Isso não muda nada" - lamenta Wolverine
Eu sei que o filme é só uma mentirinha de muita ação, porrada, e sangue.
Mas essa cena poderia dar um "pause" no filme, pra gente pensar nela por uns minutos, né...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Você é Inocente Quando Sonha



Innocent When You Dream

The bats are in the belfry
The dew is on the moor
Where are those arms that held me
And pledged her love before
And pledged her love before

It's such a sad old feeling
The hills are soft and green
It's memories that I'm stealing
But you're innocent when you dream
When you dream
You're innocent when you dream

I made a golden promise
That we would never part
I gave my love a locket
And then I broke her heart
And then I broke her heart

It's such a sad old feeling
The hills are soft and green
It's memories that I'm stealing
But you're innocent when you dream
When you dream
You're innocent when you dream

Running through the graveyard
We laughed my friends and I
We swore we'd be together
Until the day we died
Until the day we died

It's such a sad old feeling
The hills are soft and green
It's memories that I'm stealing
But you're innocent when you dream
When you dream
You're innocent when you dream

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Imperdível: A Mentira Que Vivemos

Adicionei um video à lista dos videos essenciais que todos nós deveríamos assistir algumas vezes durante a vida:
Chama-se "The Lie We Live" (A Mentira Que Vivemos) e completa a lista anterior:

Pale Blue Dot - Pálido ponto azul
Dance Monkeys, Dance! - Dancem, macacos, dancem!
Wear Sunscreen - Use filtro solar
Sabe Com Quem Está Falando?!
Everything Is Offensive - Tudo é ofensivo

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Cem mil, em dez anos, sem perceber

Curioso.
Enquanto estive afastado quase que totalmente da Internet, e, portanto, do meu blogue, eis que atingi 100000 visitas (somados os três que tenho, dos quais só este ainda está meio ativo).
Cem mil visitas em dez anos (completados em maio) não é grande coisa. Há muitos blogues que tem em um mês o que tive em dez anos.
E nunca aspirei a celebridade, o sucesso editorial, nem imaginei ganhar um tostão com essa atividade (e não ganhei).
Fi-la porque qui-la.
Mas não deixa de ser uma emoção atingir seis dígitos. Será que há alguém que me lê agora que leu minha primeira postagem nos idos de maio de 2006? Se há - duvido - muito obrigado! Tem sido um prazer e um sofrimento postar 1220 reflexões em forma de textos, músicas, e fotos.
Quanto tempo ainda virei aqui deixar minhas pegadas? Não faço a menor ideia. Se você ficar por aqui, saberá...

quarta-feira, 27 de abril de 2016

sábado, 16 de abril de 2016

E Sonhos Não Envelhecem...

Tenho hoje, aos 64 anos, os mesmos sonhos que tinha há 50 anos.

Não os sonhos devaneios, os sonhos adolescentes, infantis, diáfanos, insubstanciados.
Mas os sonhos mesmo, aqueles desejos ardentes, profundos, de moldar a vida, moldar o mundo, os sonhos divinos...

Sabem por que? Porque Sonhos Não Envelhecem...

 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Todos Esses Anos... / All Those Years Ago...

"Grito sempre sobre o amor
Enquanto te tratam feito cachorro
Quando foi você que deixou tudo bem claro
Todos esses anos...

Estou falando sobre como doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você apontou o caminho para a Verdade quando disse
'Tudo que você precisa é Amor'

Vivendo com o bem e o mal
Sempre te admirei e respeitei
Agora fomos deixados frios e tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que a todos ofendeu

Vivemos um sonho ruim
Esqueceram-se completamente da humanidade
E você foi quem eles deixaram contra a parede
Todos esses anos...

Na profundeza na noite mais escura
Eu mando uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito se liberta das mentiras
E de tudo o mais que desprezamos

Esqueceram-se de Deus
Ele é a razão de existirmos
No entanto, você foi quem eles disseram que era o esquisito
Todos esse anos...

Você disse tudo apesar de poucos terem ouvido
Todos esses anos...

Você tinha o controle sobre nosso sorriso e lágrimas
Todos esses anos...

All those years ago..."

(Para John Lennon,
                               com carinho
                                                    de George Harrison)


quarta-feira, 23 de março de 2016

"Ida" - um filme

Assistir o polonês "Ida" é passar uma hora e meia imerso em imagens em branco e preto que te fazem perguntar: como um filme pode ter imagens tão lindas?
Mas as imagens contam uma história. Nada trágica demais, nem cor-de-rosa. Apenas uma viagem pelo passado nada glamouroso da Polônia da guerra, onde moral e humanidade foram trocadas pela sobrevivência sem esperança dos anos pós-guerra.
O filme deixa um gosto agridoce na memória. As imagens permanecem sublimes.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Ida_(filme)