Leio, estarrecido, que a Microsoft quer comprar o Yahoo pela bagatela de quase 50 bilhões de dólares...
Tenho um e-mail Yahoo há muitos anos. Caso o negócio se realize, nada mais me restará a fazer a não ser cancelar meu e-mail. Não quero e não vou ajudar a Microsoft sempre que houver uma alternativa de não faze-lo.
E pronto!
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
sábado, 2 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Reflexão - 3
Assisti ontem ao filme "O Gangster", com Denzel Washington e Russel Crowe.
Além do prazer de ver dois excelentes atores em ação em um filme bem feito, o filme colocou mais lenha na fogueira das minhas reflexões recentes.
Vê-se ali dois antípodas em confronto:
Um - Denzel - que tem a família em alto conceito, fala de honra e integridade, de ser homem de uma só palavra, de lealdade, de disciplina. É o homem que mata a sangue frio, que busca o lucro e o poder com uma ganância ilimitada. É o que provoca dor e sofrimento dos milhares em sua comunidade, mas mantém uma rígida moral individual. Leva a mãe à igreja dominicalmente;
O outro - Russel - está em meio a uma luta pela guarda do filho - depois do divórcio -, é mulherengo, impetuoso, indisciplinado, tem amigos entre os mafiosos, e reúne, à sua volta, uma equipe de párias sociais. É quem faz, com tenacidade, algo simplesmente por achar que é o certo, mesmo que isso não lhe traga benefício algum, pelo contrário, só aumente suas mazelas.
Ao final do confronto, ambos se unem com um objetivo comum:
Vão atrás de um terceiro grupo: dos que, parecendo pertencer ao grupo de Russel, na realidade, fazem parte do grupo de Denzel. Isto é, unem-se para ir atrás dos hipócritas, demagogos e fingidores.
Suspeito que Deus não concorde com o estilo de vida nem de um, nem do outro. Mas dê Seu apoio e bênção à união dos dois e a esse objetivo comum.
Parece-me, salvo engano, que se não for possível fazer parte do quarto (e inexistente) grupo - o dos "santos" - é preferível ser do grupo de Denzel ou de Russel, jamais do terceiro grupo.
Além do prazer de ver dois excelentes atores em ação em um filme bem feito, o filme colocou mais lenha na fogueira das minhas reflexões recentes.
Vê-se ali dois antípodas em confronto:
Um - Denzel - que tem a família em alto conceito, fala de honra e integridade, de ser homem de uma só palavra, de lealdade, de disciplina. É o homem que mata a sangue frio, que busca o lucro e o poder com uma ganância ilimitada. É o que provoca dor e sofrimento dos milhares em sua comunidade, mas mantém uma rígida moral individual. Leva a mãe à igreja dominicalmente;
O outro - Russel - está em meio a uma luta pela guarda do filho - depois do divórcio -, é mulherengo, impetuoso, indisciplinado, tem amigos entre os mafiosos, e reúne, à sua volta, uma equipe de párias sociais. É quem faz, com tenacidade, algo simplesmente por achar que é o certo, mesmo que isso não lhe traga benefício algum, pelo contrário, só aumente suas mazelas.
Ao final do confronto, ambos se unem com um objetivo comum:
Vão atrás de um terceiro grupo: dos que, parecendo pertencer ao grupo de Russel, na realidade, fazem parte do grupo de Denzel. Isto é, unem-se para ir atrás dos hipócritas, demagogos e fingidores.
Suspeito que Deus não concorde com o estilo de vida nem de um, nem do outro. Mas dê Seu apoio e bênção à união dos dois e a esse objetivo comum.
Parece-me, salvo engano, que se não for possível fazer parte do quarto (e inexistente) grupo - o dos "santos" - é preferível ser do grupo de Denzel ou de Russel, jamais do terceiro grupo.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Reflexão - 2
...
Oh, everyone believes Oh, todo mundo crê
From emptiness to everything De nada a tudo
Oh, everyone believes Oh, todo mundo crê
And no one's going quietly E ninguém vai desistir
We're never gonna win the world Nós nunca iremos ganhar o mundo
We're never gonna stop the war Nunca iremos parar a guerra
We're never gonna beat this Nunca vamos acabar com isto
If belief is what we're fighting for Se por crença é que lutamos.
...
Belief de John Mayer
Oh, everyone believes Oh, todo mundo crê
From emptiness to everything De nada a tudo
Oh, everyone believes Oh, todo mundo crê
And no one's going quietly E ninguém vai desistir
We're never gonna win the world Nós nunca iremos ganhar o mundo
We're never gonna stop the war Nunca iremos parar a guerra
We're never gonna beat this Nunca vamos acabar com isto
If belief is what we're fighting for Se por crença é que lutamos.
...
Belief de John Mayer
Reflexão - 1
Vários fatos tem chamado minha atenção ultimamente, todos aparentemente isolados, mas que tem uma conexão por serem relativos à vida, e como a vivemos:
Um fato foi as discussões calorosas no Alysson sobre Obedecer ou Desobedecer e sobre O Evangelho Decomposto. Por vezes, parecia diálogo de surdos;
Outro fato foi as posições estereótipas e diametralmente opostas dos personagens do filme A Lenda: um cientista materialista e uma crédula ingênua;
Outro, a busca infindável das pessoas por significado e valor, externada pela notícia que alguém próximo a mim está visitando centros espíritas;
Outro, o dilema de alguns personagens de seriados da TV, geralmente policiais enfrentando toda a sorte de maldade, e perdidos em suas vidas pessoais, com sérias dificuldades de estabelecer uma distinção entre o bem e o mal, mas que ainda lutam;
Mais um, as postagens down-dark-hilárias do Lou, que deixam a cabeça com um zumbido como se tivesse sido chacoalhada;
E ainda, o ótimo e tocante video do show de John Mayer na TV, no qual ele exprime um dilema muito comum:
"...cause I wonder sometimes, "...eu me pergunto às vezes,
about the outcome, sobre o resultado,
of a still verdictless life. de uma vida sem um veredito.
Am I living it right?" Estarei vivendo certo?"
(Why Georgia)
Mais ainda, os textos do Brabo, sobre as leituras e interpretações, como na postagem De Onde Tirei Essa Idéia;
E, o fato de ter terminado a tradução de um livro religioso - contrariado por ler tantas coisas das quais tenho sérias dúvidas - e não ter nenhuma perspectiva de trabalho imediato, e isso absolutamente não me perturbar;
Finalmente, a certeza de que o mundo que estarei deixando para meus filhos e netos será muito pior do que aquele, tumultuado e incerto, no qual vivi minha mocidade - um mundo no qual a própria sobrevivência da humanidade será colocada em cheque. Espero que não cheque-mate...
Se conseguir escrever, publico sobre o que tenho pensado. Amanhã, ou depois...
Um fato foi as discussões calorosas no Alysson sobre Obedecer ou Desobedecer e sobre O Evangelho Decomposto. Por vezes, parecia diálogo de surdos;
Outro fato foi as posições estereótipas e diametralmente opostas dos personagens do filme A Lenda: um cientista materialista e uma crédula ingênua;
Outro, a busca infindável das pessoas por significado e valor, externada pela notícia que alguém próximo a mim está visitando centros espíritas;
Outro, o dilema de alguns personagens de seriados da TV, geralmente policiais enfrentando toda a sorte de maldade, e perdidos em suas vidas pessoais, com sérias dificuldades de estabelecer uma distinção entre o bem e o mal, mas que ainda lutam;
Mais um, as postagens down-dark-hilárias do Lou, que deixam a cabeça com um zumbido como se tivesse sido chacoalhada;
E ainda, o ótimo e tocante video do show de John Mayer na TV, no qual ele exprime um dilema muito comum:
"...cause I wonder sometimes, "...eu me pergunto às vezes,
about the outcome, sobre o resultado,
of a still verdictless life. de uma vida sem um veredito.
Am I living it right?" Estarei vivendo certo?"
(Why Georgia)
Mais ainda, os textos do Brabo, sobre as leituras e interpretações, como na postagem De Onde Tirei Essa Idéia;
E, o fato de ter terminado a tradução de um livro religioso - contrariado por ler tantas coisas das quais tenho sérias dúvidas - e não ter nenhuma perspectiva de trabalho imediato, e isso absolutamente não me perturbar;
Finalmente, a certeza de que o mundo que estarei deixando para meus filhos e netos será muito pior do que aquele, tumultuado e incerto, no qual vivi minha mocidade - um mundo no qual a própria sobrevivência da humanidade será colocada em cheque. Espero que não cheque-mate...
Se conseguir escrever, publico sobre o que tenho pensado. Amanhã, ou depois...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
104 - Por-do-sol, nascer-da-lua (O Tempo Passa...)
Foi beleza.
Estávamos no velho ônibus da escola (de Geologia), viajando pelas Minas Gerais. Passamos pela Gruta de Maquiné, pelas minas de ferro de Belo Horizonte, descemos abaixo do nível do mar na mina de ouro de Morro Velho, visitamos a charmosa Diamantina com suas pedras preciosas. Muito estudo, muita farra, muita estrada.
Em certo ponto da viagem, estávamos numa estrada ao longo de uma serra que providencialmente ia de norte a sul. Dava para vislumbrar o horizonte, lá longe, tanto a oeste - do lado esquerdo do ônibus - quanto a leste - pelo lado direito. Fim de tarde, o sol tomou o formato de uma bola vermelha e tingiu o céu de mil cores. Enquanto assistíamos ao espetáculo, encarapitados nas janelas à esquerda, alguém deu o aviso: Olhem! À direita!
No instante que o sol desaparecia de um lado, uma lua cheia, enorme e amarela, surgia do outro lado. Estávamos em pleno equinócio - quando o sol se põe em sintonia com a lua surgindo - e não sabíamos.
Mas curtimos aquele espetáculo natural, divino e genial sabendo que poderia ser único em nossa vida. Até agora, foi.
Estávamos no velho ônibus da escola (de Geologia), viajando pelas Minas Gerais. Passamos pela Gruta de Maquiné, pelas minas de ferro de Belo Horizonte, descemos abaixo do nível do mar na mina de ouro de Morro Velho, visitamos a charmosa Diamantina com suas pedras preciosas. Muito estudo, muita farra, muita estrada.
Em certo ponto da viagem, estávamos numa estrada ao longo de uma serra que providencialmente ia de norte a sul. Dava para vislumbrar o horizonte, lá longe, tanto a oeste - do lado esquerdo do ônibus - quanto a leste - pelo lado direito. Fim de tarde, o sol tomou o formato de uma bola vermelha e tingiu o céu de mil cores. Enquanto assistíamos ao espetáculo, encarapitados nas janelas à esquerda, alguém deu o aviso: Olhem! À direita!
No instante que o sol desaparecia de um lado, uma lua cheia, enorme e amarela, surgia do outro lado. Estávamos em pleno equinócio - quando o sol se põe em sintonia com a lua surgindo - e não sabíamos.
Mas curtimos aquele espetáculo natural, divino e genial sabendo que poderia ser único em nossa vida. Até agora, foi.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
"A Lenda"
Além do orgulho bobo de ver uma brasileira contracenando com Will Smith (já viu bobagem maior?), o filme impressionou pelas imagens de Nova York desolada - muito parecidas com as do, esse sim, excelente "Os 12 macacos".
A história mexe com um temor justificável - a manipulação genética dando errado - e com o eterno script do herói solitário.
Mostra, de forma rude, homens e mulheres que deixaram de ser humanos. Tornam-se feras incontroláveis, que devem ser derrotadas seja de que forma for. Huummm, perigoso...
Há ainda, para os interessados por aspectos espirituais, a divergência de opinião quanto a existência de Deus e de um propósito em todo aquele sofrimento - eterno debate - que caricaturou ambos: o ateu parece um obsecado e bitolado cientista fanático, e a "crente" parece uma adolescente sonhadora e ingênua, que acredita em Papai Noel, e naquela voz interior que sempre te guia no rumo certo. Eu, hein!
No fim, sacrifícios à parte, os dois atingem seus objetivos: o ateu faz a ciência vencer, e a "crente" chega ao Paraíso, Nirvana, ou Shangri-lá. Sei lá.
Valeu, mas não é nenhuma obra-prima...
A história mexe com um temor justificável - a manipulação genética dando errado - e com o eterno script do herói solitário.
Mostra, de forma rude, homens e mulheres que deixaram de ser humanos. Tornam-se feras incontroláveis, que devem ser derrotadas seja de que forma for. Huummm, perigoso...
Há ainda, para os interessados por aspectos espirituais, a divergência de opinião quanto a existência de Deus e de um propósito em todo aquele sofrimento - eterno debate - que caricaturou ambos: o ateu parece um obsecado e bitolado cientista fanático, e a "crente" parece uma adolescente sonhadora e ingênua, que acredita em Papai Noel, e naquela voz interior que sempre te guia no rumo certo. Eu, hein!
No fim, sacrifícios à parte, os dois atingem seus objetivos: o ateu faz a ciência vencer, e a "crente" chega ao Paraíso, Nirvana, ou Shangri-lá. Sei lá.
Valeu, mas não é nenhuma obra-prima...
domingo, 27 de janeiro de 2008
Obedecer ou Desobedecer, eis a questão!!!
Depois da discussão "caliente" lá no Alysson sobre "obedecer ou desobedecer", sobre a qual falei dias atrás, lembrei-me do comportamento culinário de minha mãe. Pessoa culta, profissional respeitada, calvinista e conservadora, minha mãe tinha bons dotes culinários que me dão água na boca ao mencionar. Mas tinha uma característica peculiar: era incapaz de seguir uma receita ao pé da letra. Ela jamais cozinhou fosse o que fosse, seguindo a receita tintim por tintim.
Em tudo que fizesse na cozinha, seu comentário era: "Fiz como manda a receita, só mudei uma coisinha X ou Y". Invariavelmente.
Poderíamos classificá-la como transgressora incorrigível?
Em tudo que fizesse na cozinha, seu comentário era: "Fiz como manda a receita, só mudei uma coisinha X ou Y". Invariavelmente.
Poderíamos classificá-la como transgressora incorrigível?
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Frases Inesquecíveis...
"Em 10 anos, ninguém se lembrará mais deles."
De um gringo, professor de inglês na UCBEU de São Paulo, e trompetista da orquestra sinfônica da cidade, afirmando que os Beatles não eram importantes, que sua música era banal, da moda, e passageira.
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De um gringo, professor de inglês na UCBEU de São Paulo, e trompetista da orquestra sinfônica da cidade, afirmando que os Beatles não eram importantes, que sua música era banal, da moda, e passageira.
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Captain Sad
Gozado. Vez em quando "encasqueto" com uma música na cabeça, não há o que tire. Atualmente dou uma pesquisada na internet e tenho tido sorte de resgatar algumas pérolas do meu baú de jóias musicais.
Essa, infelizmente, só retomei as informações, mas ainda não pude ouvir novamente.
É a música "The Captain Sad and His Ship of Fools" de um conjunto vocal familiar chamado "The Cowsills", que chegou a fazer certo sucesso no passado, na época do programinha de TV "The Partridge Family", que foi inspirado neles, todos membros de uma mesma família.
Se alguém souber como ouvir essa música, me avise. Vai me fazer bem.
Essa, infelizmente, só retomei as informações, mas ainda não pude ouvir novamente.
É a música "The Captain Sad and His Ship of Fools" de um conjunto vocal familiar chamado "The Cowsills", que chegou a fazer certo sucesso no passado, na época do programinha de TV "The Partridge Family", que foi inspirado neles, todos membros de uma mesma família.
Se alguém souber como ouvir essa música, me avise. Vai me fazer bem.
A Verdade está lá fora...
Não tem jeito. Fui fã do seriado Arquivo X e volta e meia me lembro dele.
Como ontem. Quando fiquei mais de uma hora lendo o debate em torno do belo post do Alysson , em 13 de janeiro, sobre obedecer ou não obedecer.
A discussão ficou em torno de duas concepções básicas e fundamentais sobre a vida:
a verdade está lá fora - isto é, fora mim?
Ou a verdade está aqui dentro - tal como a vejo, percebo, sinto?
Curioso as pessoas se apegarem tanto às suas opções, defendendo bravamente, e até deselegantemente, às vezes.
Suspeito que ambos estão certos. E errados. Mas não tenho como provar.
Quem sabe, um dia - e esta é a minha grande esperança - veremos sem névoa, cara a cara, a Verdade...
Como ontem. Quando fiquei mais de uma hora lendo o debate em torno do belo post do Alysson , em 13 de janeiro, sobre obedecer ou não obedecer.
A discussão ficou em torno de duas concepções básicas e fundamentais sobre a vida:
a verdade está lá fora - isto é, fora mim?
Ou a verdade está aqui dentro - tal como a vejo, percebo, sinto?
Curioso as pessoas se apegarem tanto às suas opções, defendendo bravamente, e até deselegantemente, às vezes.
Suspeito que ambos estão certos. E errados. Mas não tenho como provar.
Quem sabe, um dia - e esta é a minha grande esperança - veremos sem névoa, cara a cara, a Verdade...
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