quarta-feira, 2 de abril de 2008
"A amizade continua a mesma"...
Afinal, não se brinca com coisa séria...
Será?...
terça-feira, 1 de abril de 2008
108- VESTUÁRIO, ACESSÓRIOS E FUTILIDADES (O Tempo Passa...)
Mas, como todo mundo, creio, também tenho minhas roupas especiais, que ficaram na lembrança e que gostaria de vestí-las novamente, caso o tempo voltasse atrás.
Por exemplo, na adolescência tive uma camisa de mangas longas com listrado fino branco e cor-de-rosa, de tecido “anarruga” que era um desbunde. Tive também um sapato mocassim “Samello”, presente da tia Jô, que era bonito e confortável. A primeira calça “Lee” – naquele tempo, mais famosa que a Levi's – também me marcou. Uma glória foi quando, já adulto, pude comprar uma jaqueta de couro preta – ela ainda existe e só serve na Dani – sonho de todo quase motoqueiro. Aliás, minhas motos – foram 3 – dão outra história.
Outro acessório que me lembro com carinho foi um cinto largo de couro natural, talhado em baixo relêvo à mão, desses que o pessoal do rodeio de Barretos gostaria de usar. O couro acabou se desmanchando com o tempo.
E houve também meus óculos de lente espelhada, que eram um arraso! Só tive coragem de usá-lo quando estava nos States...

Vou parar por aqui. Senão, daqui a pouco estarei falando de meias, gravatas, cuecas e outros apetrechos. Vou parecer um “engomadinho”, como diziam meus avós...
Estupefato
Speechless, se vc quiser em inglês. Inexprimível.
Quem visitou a Bacia hj, deu com a inacreditável notícia que ela furou...
O sentimento de perda é inexplicável.
Sinto-me inconsolável.
Órfão.
Só.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Observações de um turista distraído - 12
A resposta mais simples é que viajo para conhecer novos lugares, culturas, paisagens e pessoas. Mas... pra quê isso?
Dizem que as viagens ampliam a cultura, aumentam o conhecimento, melhoram até a saúde mental!
Huummm... Sei não...
Será que se justifica gastar tanto tempo e dinheiro - mesmo viajando "barato" como eu e Elaine fazemos - apenas com as duas possíveis respostas acima?
Creio que não. Então, o melhor é dar, eu mesmo, a minha própria resposta:
VIAJO PORQUE TENHO CHANCE E GOSTO.
Precisa mais?
(Foto: em viagem pela Lagoa Encantada, Ilhéus, Bahia)domingo, 30 de março de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
Observações de um Turista Distraído... - 11

Era dia de lua cheia. Com a maré baixa, o mar recuou nas praias de Morro de São Paulo - Bahia, centenas de metros, deixando uma enorme e plana extensão de areia até atingir os recifes de corais. Nestes, semi presos entre os corais, nadavam milhares de peixes - contei 14 espécies - pequenos e muito, muito coloridos. Para observá-los não foi preciso equipamento algum; bastava caminhar devagar entre os corais, com a água abaixo da cintura, e olhar atentamente através da água cristalina. Mas com máscara de mergulho, a experiência subaquática entre os pequeninos seres coloridos nadando ao seu redor é deslumbrante. A todo momento ouvia-se um "oh!" de alguém maravilhado com a aparição de um novo peixe. E também havia os que chamamos de "sargentos": peixes com listras verticais amarelo e preto que há muito perderam o medo dos humanos e nos cercam, chegando a tocar a pele com a boca, atrás de alimento que algumas pessoas levam.

Com a maré cheia, o mar retoma seu espaço e o pequeno mundo mágico se dissolve. Até a próxima maré baixa...
quinta-feira, 27 de março de 2008
Doenças e Remédios
A pneumonia em si não foi o pior. Ruim mesmo foram os efeitos colaterais dos remédios que ela tomou: antitérmicos, antibióticos e corticóides fizeram-na sentir-se muito mal, deixaram-na inchada, com mal estar, feridas na boca, desarranjo intestinal.
É por estas e outras que Elaine decidiu, sabiamente, ser pediatra homeopata.
A Medicina alopática tem o mal costume de matar o doente para eliminar a doença...
terça-feira, 25 de março de 2008
107- CORAJOSO? (O Tempo Passa...)
Banzé era uma cãozinho pequinês adorável: baixinho, dentuço, uma orelha em pé, outra caída, o rabo enrolado acima do corpo, o pêlo avermelhado longo e liso, bem humorado e amigo.
Eu era um adolescente sem muito tempo para bichos. Tinha meus estudos, amigos, amigas..., passeios, esportes, filmes e livros para me ocupar.
Mas, de vez em quando saía com ele na coleira para um passeio rápido. Por ser comportado, freqüentemente passeava solto, correndo adiante uns metros e parando até eu me aproximar.
Um dia, caminhava distraído, quando Banzé volta de uma das suas escapadas correndo apavorado em minha direção. Em nossa direção, um imenso cão, preso na coleira, puxava seu dono, tentando chegar perto de nós.
Pois Banzé, assim que se viu seguro, enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a latir raivosamente. Parecia dizer: “Vem, pode vir, se tem coragem, ô cachorrão!”
Ainda bem que o cão era manso, bem seguro pelo dono, e não se ofendeu com os latidos do meu pequenino.
Ser corajoso assim, atrás de alguém maior, é fácil!!!
segunda-feira, 24 de março de 2008
Preguiça...
Só posso adiantar, para quem não conhece as praias baianas, que vale a pena conhecer, havendo chance. Quanta beleza!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Axé, tô voltando...
Acima, Elaine e eu em frente ao Farol da Barra, Salvador, Bahia. Início de nossa feliz viagem. Depois eu conto mais...