"Real happiness is shared" - felicidade real é a que se partilha.
De: personagem "Alexander Supertramp" no filme "Into the Wild" de Sean Penn. Filme impressionante.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
A salvo...
"...único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno."
C. S. Lewis em Os quatro amores, citado ontem pela Alice.
C. S. Lewis em Os quatro amores, citado ontem pela Alice.
"Chutando a escada"
Não entendo economês. E sofro as consequências da situação da economia mundial como todo mundo. Você também. Mesmo que entenda.
Por isso, recomendo a leitura do texto do Alysson, postado ontem.
Não posso atestar sua veracidade. Mas desconfio que o tal do Chang acertou em cheio.
Confira e conclua por si. E, obrigado, Alysson por um texto tão claro.
Por isso, recomendo a leitura do texto do Alysson, postado ontem.
Não posso atestar sua veracidade. Mas desconfio que o tal do Chang acertou em cheio.
Confira e conclua por si. E, obrigado, Alysson por um texto tão claro.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
110- OS BICHOS E EU (O Tempo Passa...)
Minha vida tem sido pontilhada pela presença, amiga e saudosa, de muitos bichos. É uma das coisas boas que meus pais fizeram comigo: deram-me a chance de conviver com os animais.
O primeiro bichinho que me lembro foi o sagüi que meu pai trouxe da Bahia (vide história 6 - “Mascote”).
Mas houve muitos outros.
O Nêgo, um cão mestiço pequinês, foi personagens de muitas aventuras divertidas (vide história 3 - “Maroto” e foto abaixo) da minha infância.
Os bichos em casa também deram trabalho, basta ver o gatinho que atropelamos na história 41 - “Gato atropelado”.
Aliás, dos gatos, muitos, um que marcou nossas vidas foi Mike (vide história 76 - “Mike” e foto abaixo); gatão boa pinta, com jeito “quietão”, mas ótima companhia.
Tem um cãozinho famoso na minha vida, do qual não tenho a menor lembrança, mas existe uma foto dele me mordendo a bunda (vide abaixo), para provar sua existência.
Houve também preás, hamsters, rato branco (que merece um capítulo), coelhinhos (vide história 3 – “Maroto”) e coelhão (em história futura), periquitos (vide história 74 - “Periquitos”), tartaruga “ninja” (personagem de uma história em breve), pintinhos que viraram galos, aquários cheios de peixinhos coloridos. Além de dos já citados, outros seis cães Banzé, Pantera, Ira, e três cujos nomes me esqueço agora – e dos outros gatos Perfex, Max (foto abaixo), Kate.
O primeiro bichinho que me lembro foi o sagüi que meu pai trouxe da Bahia (vide história 6 - “Mascote”).
Mas houve muitos outros.
O Nêgo, um cão mestiço pequinês, foi personagens de muitas aventuras divertidas (vide história 3 - “Maroto” e foto abaixo) da minha infância.

Os bichos em casa também deram trabalho, basta ver o gatinho que atropelamos na história 41 - “Gato atropelado”.
Aliás, dos gatos, muitos, um que marcou nossas vidas foi Mike (vide história 76 - “Mike” e foto abaixo); gatão boa pinta, com jeito “quietão”, mas ótima companhia.

Tem um cãozinho famoso na minha vida, do qual não tenho a menor lembrança, mas existe uma foto dele me mordendo a bunda (vide abaixo), para provar sua existência.
Houve também preás, hamsters, rato branco (que merece um capítulo), coelhinhos (vide história 3 – “Maroto”) e coelhão (em história futura), periquitos (vide história 74 - “Periquitos”), tartaruga “ninja” (personagem de uma história em breve), pintinhos que viraram galos, aquários cheios de peixinhos coloridos. Além de dos já citados, outros seis cães Banzé, Pantera, Ira, e três cujos nomes me esqueço agora – e dos outros gatos Perfex, Max (foto abaixo), Kate.
Todos eles encheram minha vida de alegrias, tristezas, histórias simples, singelas e inesquecíveis, que colaboraram, decisivamente, para minha vida ser rica em fatos memoráveis, doces lembranças.

No momento privo da companhia de Magnum, o pastor alemão, e Skinner, o sheepdog (fotos acima). Já estão idosos, não sei quanto tempo os terei ainda.Logo farão companhia ao Aquiles, meu boxer maravilhoso, recém falecido com a avançada idade de 11 anos e meio (foto também acima).
Dentro de casa – porque Magnum e Skinner só ficam no quintal - tenho a recém companhia da Bheatriz, uma jovem e alegre Shitzu trazida pela sobrinha que veio de S. Paulo estudar em Sorocaba.
Sei que dão trabalho. Mas, sempre que posso, aconselho pais a darem a seus filhos a chance de conviverem com animais domésticos. Nem que seja um só, bem simplezinho.
Minha história é pontilhada pela presença de bichos. E fico feliz por isso.
terça-feira, 8 de abril de 2008
109- MOTOQUEIRO - 1 (O Tempo Passa...)
Calouro na faculdade. Toda manhã pegava um onibus a 4 quarteirões de casa (ladeira acima), viajava 1 hora por São Paulo pra chegar no campus da USP.
As aulas começavam às 8 horas. Eu precisava acordar às 6:15 pra chegar na hora certa. Por dar aulas à noite, além de outros afazeres (namorar, inclusive!), acabava dormindo tarde e não conseguia levantar na hora. Conclusão: chegava sempre atrasado, uns 15 minutos.
Com esforço e ajuda dos meus pais, para dar a entrada, comprei uma moto Yamaha 50cc. Paguei em prestações, com o salário das aulas de inglês.
Era uma beleza! Apesar de minúsculo, o motorzinho permitia andar a uma velocidade compatível com o lento trânsito da cidade. E quando este parava, lá ia eu por entre as filas de carros parados. Poupava um tempo danado: da minha casa até a faculdade em menos de 30 minutos! E a um custo quase igual ao do ônibus! Com isso pude dormir um pouco mais, sair um pouco mais tarde de casa e... continuei chegando às 8:15 na escola!!! Não teve jeito, passei de pedestre a motoqueiro, mas não fiquei nem um pouco mais responsável...
As aulas começavam às 8 horas. Eu precisava acordar às 6:15 pra chegar na hora certa. Por dar aulas à noite, além de outros afazeres (namorar, inclusive!), acabava dormindo tarde e não conseguia levantar na hora. Conclusão: chegava sempre atrasado, uns 15 minutos.
Com esforço e ajuda dos meus pais, para dar a entrada, comprei uma moto Yamaha 50cc. Paguei em prestações, com o salário das aulas de inglês.
Era uma beleza! Apesar de minúsculo, o motorzinho permitia andar a uma velocidade compatível com o lento trânsito da cidade. E quando este parava, lá ia eu por entre as filas de carros parados. Poupava um tempo danado: da minha casa até a faculdade em menos de 30 minutos! E a um custo quase igual ao do ônibus! Com isso pude dormir um pouco mais, sair um pouco mais tarde de casa e... continuei chegando às 8:15 na escola!!! Não teve jeito, passei de pedestre a motoqueiro, mas não fiquei nem um pouco mais responsável...
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O que há?
O que há entre o alto e o baixo
entre a queda e o salto
entre o tombo e o asfalto ?
O que há entre o bem e o mal
entre o doce e o sal
entre o quem e o qual ?
O que há entre o ler e o escrever
entre o fazer e o comer
entre o ter e o ser ?
O que há entre o amor e o ódio
entre o ânimo e o tédio
entre a cantada e o assédio ?
O que há entre um e o outro
entre eles e elas
entre eu e você ?
O que há ?
O que há ?
(roubado descaradamente da Alice)
entre a queda e o salto
entre o tombo e o asfalto ?
O que há entre o bem e o mal
entre o doce e o sal
entre o quem e o qual ?
O que há entre o ler e o escrever
entre o fazer e o comer
entre o ter e o ser ?
O que há entre o amor e o ódio
entre o ânimo e o tédio
entre a cantada e o assédio ?
O que há entre um e o outro
entre eles e elas
entre eu e você ?
O que há ?
O que há ?
(roubado descaradamente da Alice)
Os Vesgos

Não, não se trata de "garage band", nem gangue de pichadores.
Somos apenas nós, os primos, oito no total: Renato, Roberto, Ruy e Raymundo - filhos do tio Renato. Romeu-Sérgio e Rute Cristina - filhos do tio Romeu. Eu e minha irmã, Priscila Márcia.
A fotógrafa, provavelmente, foi tia "Jô" - nossa "patrocinadora" - que deve ter pedido para ficarmos vesgos porque não conseguia nos fazer ficar quietos.
Dá pra perceber que nem todos conseguiram...
Foto do início dos anos 60, descoberta pelo Romeu-Sérgio, em uma de suas incursões arquelógicas...
quarta-feira, 2 de abril de 2008
"A amizade continua a mesma"...
Mas que dá vontade de matar o Brabo, pela mentirinha de ontem, isso dá.
Afinal, não se brinca com coisa séria...
Será?...
Afinal, não se brinca com coisa séria...
Será?...
terça-feira, 1 de abril de 2008
108- VESTUÁRIO, ACESSÓRIOS E FUTILIDADES (O Tempo Passa...)
É notório. Não sou um cara muito ligado em grifes, moda e elegância. Não sou nenhum desleixado também. Procuro me vestir bem quando a situação exige – vejam minha elegância discreta no casamento da Dani – mas não faço questão de “estar na moda” ou “vestir grife”. Prefiro sandálias havaianas, bermudas, camiseta básica e um boné leve – pra proteger a careca.
Mas, como todo mundo, creio, também tenho minhas roupas especiais, que ficaram na lembrança e que gostaria de vestí-las novamente, caso o tempo voltasse atrás.
Por exemplo, na adolescência tive uma camisa de mangas longas com listrado fino branco e cor-de-rosa, de tecido “anarruga” que era um desbunde. Tive também um sapato mocassim “Samello”, presente da tia Jô, que era bonito e confortável. A primeira calça “Lee” – naquele tempo, mais famosa que a Levi's – também me marcou. Uma glória foi quando, já adulto, pude comprar uma jaqueta de couro preta – ela ainda existe e só serve na Dani – sonho de todo quase motoqueiro. Aliás, minhas motos – foram 3 – dão outra história.
Outro acessório que me lembro com carinho foi um cinto largo de couro natural, talhado em baixo relêvo à mão, desses que o pessoal do rodeio de Barretos gostaria de usar. O couro acabou se desmanchando com o tempo.
E houve também meus óculos de lente espelhada, que eram um arraso! Só tive coragem de usá-lo quando estava nos States...

Vou parar por aqui. Senão, daqui a pouco estarei falando de meias, gravatas, cuecas e outros apetrechos. Vou parecer um “engomadinho”, como diziam meus avós...
Estupefato
É.
Speechless, se vc quiser em inglês. Inexprimível.
Quem visitou a Bacia hj, deu com a inacreditável notícia que ela furou...
O sentimento de perda é inexplicável.
Sinto-me inconsolável.
Órfão.
Só.
Speechless, se vc quiser em inglês. Inexprimível.
Quem visitou a Bacia hj, deu com a inacreditável notícia que ela furou...
O sentimento de perda é inexplicável.
Sinto-me inconsolável.
Órfão.
Só.
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