quinta-feira, 26 de maio de 2011

Não é um convite, é um comunicado

Tirei do Facebook hoje. Publico porque é um texto que merece reflexão e análise:

1ª MARCHA DA LIBERDADE
Sábado, tarde do dia 21 de maio, Avenida Paulista:
Quando a tropa de choque bateu nos escudos e, em coro, gritou CHOQUE! a Marcha pela Liberdade de Expressão do último sábado se tornou muito maior. Não em número de pessoas, mas em importância, em significado.
...
Foram liminares, tiros, estilhaços, cacetadas, gases e prisões sem sentido. Um ataque direto, cru, registrado por centenas de câmeras, corpos e corações. Muita gente acha que maconheiros foram reprimidos.
Engano...
Naquele 21 de maio, houve uma única vítima: a liberdade de todos.
E é por ela que convocamos você a aparecer no Vão Livre do MASP, sábado que vem, dia 28, às 14hs.
Não somos uma organização. Não somos um partido. Não somos virtuais.
Somos uma rede. Somos REAIS. Conectados, abertos, interdependentes, transversais, digitais e de carne e osso.
Não temos cartilhas. Não temos armas, nem ódio.
Não respondemos à autoridade. Respondemos aos nossos sonhos, nossas consciências e corações.
Temos poucas certezas. E uma crença: de que a liberdade é uma obra em eterna construção.
E que a liberdade de expressão é o chão onde todas as outras liberdades serão erguidas:
De credo, de assembléia, de amor, de posições políticas, de orientações sexuais, de cognição, de ir e vir... e de resistir.
E é por isso que convocamos qualquer um que tenha uma razão para marchar, que se junte a nós no sábado para a primeira #MarchadaLiberdade.
Ciclistas, peçam a legalização da maconha... Maconheiros, tragam uma bandeira de arco-íris... Gays, gritem pelas florestas... Ambientalistas, tragam instrumentos... Artistas de rua, falem em nome dos animais... Vegetarianos, façam um churrasco diferenciado... Moradores de Higienópolis, venham de bicicleta... Somos todos cadeirantes, pedestres, motoristas, estudantes, trabalhadores... Somos todos idosos, pretos, travestis... Somos todos nordestinos, bolivianos, paulistanos, vira-latas.
E somos livres!
Em casa, somos poucos.
Juntos, somos todos. E essa cidade é nossa!
Sábado, dia 28 de maio, 14hs, no vão do MASP, começa a 1a Marcha da Liberdade.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Intolerância

"No Reino Unido, alguém, recentemente, afirmou: Trocamos uma cultura religiosa de tolerância por uma cultura não-religiosa de intolerância."
Esta frase de D. Robinson Cavalcanti, em artigo para a revista Ultimato, retrata o receio de várias pessoas frente às reações virulentas contra quem tem a ousadia de ser "politicamente incorreto" hoje em dia. O pior é que, no Brasil, nem o estágio de "cultura religiosa de tolerância" nós atingimos. Estamos passando diretamente da "cultura religiosa intolerante" - seja a católica, protestante, afro ou espírita - para a "cultura não-religiosa intolerante".
Liberdade, Respeito, Diversidade, Justiça e Paz são valores frequentemente usados deturpados para calar, castrar, eliminar opositores. É o que percebo quando leio algo sobre o debate em torno da lei contra a homofobia. Tanto quem é a favor quanto quem é contra a lei parecem desejar realmente vencer não o debate, mas o oponente, humilhando-o e, se possível, eliminando-o da vida social.
Deus me livre...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Um dia especial

Este post é dedicado ao Volney, ao Lou, ao Rondinelly, ao Roger, ao Tuco Egg, ao Felipe Fanuel, ao Allysson Amorim:
Sim! Estivemos juntos - Paulo Brabo e eu - e por 6 horas falamos muito - e mal, logicamente - de todos vocês!!!
Rondinelly, lembra-se da frustrada vista do mar, lá do alto da Graciosa? Olha ela aí:

Depois de tantos anos sem nos encontrar pessoalmente, mas nos encontrando "with heart & soul" quase que diariamente no cyberspace, finalmente sentamo-nos frente a frente e tivémos um papo longo, divertido, profundo, rico e inspirador.
Um conselho a quem pretenda visitar Curitiba, seja a trabalho, seja por lazer: Visite o monastério de Paulo Brabo: é uma experiência edificante!

terça-feira, 17 de maio de 2011

"Família... família... papai, mamãe"... e filhos!

Sei que alguns de meus amigos, que me dão o prazer de sua visita a este blogue, não conhecem minha família. Como moramos em cidades distintas - a filha e o marido moram em São José dos Campos; o filho e a namorada moram em São Paulo; nós, aqui em Sorocaba - não é fácil reunir todos. Na foto abaixo, por exemplo, tirada em março deste ano, falta a Larissa, companheirona de meu filho.
E aqui estamos nós, da esquerda para a direita: Rica, Dani, Lê, eu e Elaine

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Sorocaba, Viaoeste, Governo do Estado de SP, Rodovia Raposo Tavares, Jornal Cruzeiro do Sul

O jornal Cruzeiro do Sul, daqui da minha cidade - Sorocaba, SP - recusou-se a publicar meu protesto contra a má qualidade das vias marginais à Rodovia Raposo Tavares, implantadas recentemente pela concessionária Viaoeste, fato que deu origem a uma exigência do Governo de novas obras de melhoria. O interessante é que o jornal publicou uma notícia a respeito e meu protesto confirmava a notícia...
Então, como esse espaço é meu, publico-o aqui.

Resumo: as marginais da Raposo foram feitas mal e porcamente, com a única intenção de cumprir contrato com a menor despesa possível. Qualquer imbecil com um mínimo de bom senso veria, no projeto, os absurdos que continha. E o jornal nem mencionou o fato do trevo do bairro Novo Mundo só ter 3 folhas!!! Só 1 exemplo de má vontade.
E não é culpa da Viaoeste só, não!!! O culpado é o des-Governo do Estado que há 20 anos tem o mesmo partido dos nossos prefeitos e mesmo assim continua a ignorar as necessidades dos sorocabanos. Como, por exemplo, o Poupa Tempo, que em São José dos Campos é uma maravilha (são 2) e aqui é... um terreno baldio!!!
Agora vem tentar consertar a rima? O soneto já foi pro brejo!!!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Piada

"...Porque todo assunto muito sério é uma piada..."

Retirado de excelente texto do Elienai, e dedicado ao Jasiel, e ao Tonioli.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Caminhar entre o medo e o prazer é preciso

Dom Quixote
Tanta gente se esconde do sonho com o medo de sofrer
Tanta gente se esquece que é preciso viver
Combater moinhos, caminhar entre o medo e o prazer
Somos todos na vida, qualquer um de nós
Vilões e heróis,vilões e heróis
Passe lá na Trilha do Tuco Egg e ouça que lindo...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Uma ajuda para atravessar a rua

Quem passava por mim, há uns dias, poderia pensar que eu tivesse perdido o juízo. Talvez o tenha.
Viam-me no meio da rua, freneticamente a acenar para que os carros se desviassem, enquanto – munido de um graveto seco – eu cutucava algo escuro no chão de asfalto. O que seria aquilo? O que pretendia aquele insano no meio da rua? Talvez, como um pouco mais de atenção, ao passar bem lento por mim, veriam que meus esforços se destinavam a garantir que uma aranha caranguejeira – já vista por vocês em postagem no Facebook– fizesse a travessia da rua incólume.
Eu - por coincidência, saía de casa no exato momento em que a aranha resolveu atravessar a rua em frente ao meu portão - levei um susto ao perceber um vulto escuro se movimentando vagarosamente pela rua. Parei o carro e fui ver. Reconheci imediatamente a bichona que já me visitara e, ao perceber que ela não desistiria de seu intento de cruzar a rua, decidi acompanha-la, cutucando-a, sem sucesso, com um graveto para que se apressasse e gesticulando para os carros que vinham sem atentar para o ser vivo no asfalto.
Fui bem sucedido, a aranha chegou sã e salva ao outro lado, mas minha imagem deve ter ficado seriamente abalada.
Foto tirada por ocasião de sua visita à minha casa...

sábado, 23 de abril de 2011

Vale a pena ler!

Recebi um "Fw", que não costumo nem abrir, mas este valeu a pena. É incrível que a população brasileira aceite passivamente um absurdo desses: 
"CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores  Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do  posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e  todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria  nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente  apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível, etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza  deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho.  O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso,  me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra  'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado.  Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito'  - equivalente  àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a  padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente  embolsado.
Fiquei  com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos
gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
-  Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
-  Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta'  semelhante  àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
-  A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre -  uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza,  gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto  estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me  esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é  muito grande, que existem inúmeras exigências  governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma  padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados...
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas!?!
ENTÃO ENVIEM A QUANTOS CONTATOS PUDEREM.
VAMOS VER SE MEXE COM A CABEÇA DE QUEM FEZ ESSAS LEIS PARA PENSAREM O QUANTO ESTÃO ERRADOS!!!"

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ainda a Bahia... Ah!... a Bahia!

Fica difícil destacar o que mais me encantou nessa viagem ao Sul da Bahia... foram tantas paisagens; praias; vilas aconchegantes; falésias; coqueiros, muitos coqueiros; riachos de águas escuras, porém limpíssimas; e mar verde esmeralda com pequenas piscinas de coral cheias de peixes coloridos na maré baixa.
Melhor é colocar uma foto de cada, né não?
Aí vai:

 A rústica rua do comercio em Caraíva...
 ...fica bem ao lado do rio de mesmo nome.
 As praias de Trancoso tem lindas falésias...
 ...mas o que me encantou mesmo foi o Quadrado. 
 Na maré baixa, aparecem as "piscinas" com peixinhos.
 A vista do alto da falésia em Arraial d'Ajuda.