Quem tem medo da infelicidade nunca chega a ser feliz"(Mia Couto, em seu delicioso "Venenos de Deus, Remédios do Diabo".)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
"Uma coisa aprendi na vida:
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Político e Econômico
Aumentam os protestos e as piadas sobre os políticos em geral. Mostra-se o crescente desprezo da sociedade por essa corja de bandidos que infestam o Legislativo, Executivo e - infelizmente - o Judiciário.
Como mudar esta situação? Muitos propõem que elejamos cidadãos "de bem" nas próximas eleições.
Não é a solução. O sistema está irremediavelmente gangrenado. Não há como salvá-lo.
Torna-se imperioso mudar o conceito que temos de "democracia representativa". Não que a democracia não mereça ser defendida; ou que a representatividade seja algo impossível. Apenas não funciona da forma que está.
Mas não basta a mudança do sistema político, se esta não for acompanhada de uma profunda revolução no sistema econômico. É até inviável pensar em mudança política sem mudança no sistema econômico.
Pois, como comentei a uma amiga no Facebook: "É preciso mudar o sistema político-econômico. Econômico porque este dá sustentação financeira ao político; e político porque dá sustentação legal ao econômico".
Só vejo saída para o processo inexorável de auto-extinção da espécie humana se a revolução se der nos dois âmbitos: político e econômico. No entanto, para isso, seria necessário ao ser humano voltar-se - ou como diriam os teólogos - converter-se moralmente. Não para uma religião ou crença - isto também é política - mas para aquilo para o qual fomos criados: seres colaborativos na tarefa de viver e manter a vida neste planeta (lembram-se de Adão e Eva? Não era esta era a função deles no Éden?).
O resto é vaidade e correr atrás do vento...
Como mudar esta situação? Muitos propõem que elejamos cidadãos "de bem" nas próximas eleições.
Não é a solução. O sistema está irremediavelmente gangrenado. Não há como salvá-lo.
Torna-se imperioso mudar o conceito que temos de "democracia representativa". Não que a democracia não mereça ser defendida; ou que a representatividade seja algo impossível. Apenas não funciona da forma que está.
Mas não basta a mudança do sistema político, se esta não for acompanhada de uma profunda revolução no sistema econômico. É até inviável pensar em mudança política sem mudança no sistema econômico.
Pois, como comentei a uma amiga no Facebook: "É preciso mudar o sistema político-econômico. Econômico porque este dá sustentação financeira ao político; e político porque dá sustentação legal ao econômico".
Só vejo saída para o processo inexorável de auto-extinção da espécie humana se a revolução se der nos dois âmbitos: político e econômico. No entanto, para isso, seria necessário ao ser humano voltar-se - ou como diriam os teólogos - converter-se moralmente. Não para uma religião ou crença - isto também é política - mas para aquilo para o qual fomos criados: seres colaborativos na tarefa de viver e manter a vida neste planeta (lembram-se de Adão e Eva? Não era esta era a função deles no Éden?).
O resto é vaidade e correr atrás do vento...
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Onde, a felicidade?
"Quantas vezes a gente,
em busca da ventura,
procede tal e qual o avozinho infeliz:
em vão, em toda parte,
os óculos procura,
tendo-os na ponta do nariz!"
(pérola de Mario Quintana, citada por Rubem Alves em seu precioso "As cores do crepúsculo")
quarta-feira, 4 de abril de 2012
A Janela
Há a história de
dois homens, ambos seriamente doentes, no mesmo quarto de um grande
hospital. Um deles, como parte de seu tratamento, podia sentar-se na
cama por uma hora à tarde para drenar fluído dos seus pulmões, e
sua cama ficava próxima à janela.
Mas o outro homem
tinha que ficar o tempo todo deitado de costas.
Eles conversavam por horas a fio sobre suas esposas, seus filhos,
suas casas e seus empregos.
Toda tarde, quando
o homem na cama perto da janela era erguido por uma hora, passava o
tempo descrevendo o que conseguia ver. E o outro homem começou a
ansiar por estes momentos.
A janela
aparentemente permitia ver um parque com um lago onde havia patos e
cisnes, crianças atirando-lhes pão, e barcos à vela em miniatura,
e jovens namorados andando de mãos dadas; onde havia flores e
tapetes de grama, jogos de futebol,
pessoas descansando ao sol, e à distância, uma linda vista da
silhueta da cidade.
O homem deitado de
costas ouvia tudo isto, apreciando cada minuto: como uma criança foi salva de cair no lago, como estavam lindas as meninas em vestidos de
verão, e o excitante jogo de bola ou o garoto brincando com o
cãozinho. Chegou ao ponto do homem quase poder ver o que acontecia
lá fora.
Com os dias se
passando, o homem deitado de costas tornou-se ressentido por não
poder ser colocado em posição próxima à janela para ver tudo
aquilo por si mesmo. Ele ficou cismado, perdeu o sono e tornou-se
mais irritado com sua condição.
Uma manhã o homem
próximo à janela morreu; seu corpo foi retirado rapidamente. Logo
que foi possível, o homem perguntou se podia ser mudado para a cama
próxima à janela. E quando eles o mudaram, fizeram-no ficar bem confortável, e o deixaram.
No momento que se
viu só, ele se apoiou nos cotovelos e, dolorosamente e
persistentemente, olhou pela janela.
E viu uma parede
branca!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Lei da Semeadura
1- Sempre colhemos o que plantamos;
2- Sempre colhemos mais do que plantamos;
3- Sempre colhemos em época diferente da que plantamos.
(Interessante conceito que "colhi" no texto que estou traduzindo)
quinta-feira, 29 de março de 2012
"Ser Ateu É Fácil...
...quando se tem saúde."(Millôr Fernandes, em uma de suas muitas reflexões humor-teológicas)
quarta-feira, 28 de março de 2012
Duas perguntas
E se, ao morrer, você se visse frente a frente com "ELE" e tivesse que Lhe responder apenas a duas perguntinhas, antes de entrar no Paraíso:
1- Você experimentou alegria e felicidade na vida?
2- Sua vida proporcionou alegria e felicidade a outros?(Veja AQUI estas perguntas, feitas por Morgan Freeman a Jack Nicholson, no filme "Antes de Partir")
quarta-feira, 21 de março de 2012
Quem empresta aos pobres, dá adeus
Um episódio - That ship has sailed - de "Two and Half Men" trouxe clareza à piadinha antiga sobre emprestar dinheiro aos pobres. Diz a piada que "quem dá aos pobres, empresta a Deus e quem empresta aos pobres, dá adeus."
Eu já passei por algumas situações nas quais tive que dar adeus. E não foi fácil.
Então, vem o Walden (personagem de Ashton Kutcher) e me dá uma lição de humanidade:
"Não acredito em empréstimo... eu apenas dou... é uma ideia ruim emprestar dinheiro aos outros, eles não pagam de volta e você acaba ressentido com eles."
Eu já passei por algumas situações nas quais tive que dar adeus. E não foi fácil.
Então, vem o Walden (personagem de Ashton Kutcher) e me dá uma lição de humanidade:
"Não acredito em empréstimo... eu apenas dou... é uma ideia ruim emprestar dinheiro aos outros, eles não pagam de volta e você acaba ressentido com eles."
terça-feira, 20 de março de 2012
A custa de quê e de quem?
A revista Forbes considerou o empresário brasileiro Eike Batista o 7o. homem mais rico do mundo.
Pergunto:
Pergunto:
A custa de quê?
E de quem?
Se você quiser saber, clique e veja este video feito por alunos da Universidade Federal Fluminense
segunda-feira, 19 de março de 2012
A Perfect Day
Just a perfect day you made me forget myself I thought I was someone else someone good...
(Lou Reed em "A Perfect Day")
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