"Lembre-se, a vida é apenas uma lembrança."
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Redefinido Democracia
Edgar Morin cita, certamente concordando, em seu diário "Chorar, Amar, Rir, Compreender", um texto de Nilufer Gole, da Univ de Istambul.
Penso que enriquece o debate sobre o momento político atual no Brasil:
Penso que enriquece o debate sobre o momento político atual no Brasil:
"A própria definição da democracia está prestes a mudar. Se na primeira fase, a democracia era medida por sua capacidade de integrar as diferenças culturais, na segunda, ela se mede por sua capacidade de gerar o multiculturalismo. A democracia significava a uniformização das experiências, das vivências, das línguas, das memórias, por um apelo constante ao princípio da igualdade. Hoje, ela se define cada vez mais por sua capacidade de tolerar as diferenças étnicas, religiosas, sexuais e de reconhecer, portanto, o direito à diferença".Pergunto: o Brasil tem a maturidade necessária para adotar essa nova democracia? Tenho minhas dúvidas
segunda-feira, 12 de maio de 2014
"Que regrettez-vous dans votre vie?"
Do que você se arrepende ou lamenta na vida?
Esta foi a pergunta que fizeram a Edgar Morin, numa entrevista em 1995, e essa é parte da resposta, conforme ele relata no diário "Chorar, Amar, Rir, Compreender" (ed SESC, 2012):
"Repenso meus erros políticos, cuja parte mais marcante foi, durante cinco anos, meu erro em relação ao comunismo stalinista. Provêm das mesmas origens que a minha lucidez. Meu julgamento combina, ou melhor, coloca em dialógica o realismo, a posição de princípio e a utopia ou ideal. O realismo conduz ao fatalismo, à aceitação do fato acabado e, além do mais, comporta em si uma falha: a crença de que o estabelecido é durável a longo prazo. Desse modo, em 1940-1941 acreditou-se (eu pude acreditar) que a hegemonia alemã estava estabelecida por um prazo muito longo, e o realismo, por sua vez, conduziu à resignação e ao erro. De 1941 a 1947, acreditei ser realista esperar que o poder soviético, com o tempo, produziria um socialismo com rosto humano. E, durante um tempo aceitei em silêncio as piores mentiras e as piores ignomínias. Meus princípios conduzem à resistência haja o que houver: é minha posição no final de 1941 contra Vichy [governo francês adesista aos alemães] e a ocupação alemã e, depois, em 1951, contra a URSS stalinista.
A utopia, ou o ideal, consiste em esperar um mundo melhor (mas jamais, no meu caso, o melhor dos mundos). Em si mesma, minha dialógica comportava dificuldade, incerteza, aposta. Não me arrependo daquilo que continua a determinar meu julgamento, ou seja, esta dialógica realismo/princípio/utopia. Posso me arrepender de ter errado? Não, porque a infalibilidade é impossível. Posso lamentar, por minha demora, a cada vez, em me revoltar." (p 27, negrito meu)
quinta-feira, 8 de maio de 2014
#Somos Todos... Não Somos?
Um interessante
diálogo ocorre nas redes sociais em função de casos aparentemente
desconexos que aconteceram nos últimos dias, especificamente, o caso
da banana atirada contra o jogador brasileiro na Europa e o
linchamento da mulher no litoral paulista.
A hashtag
#somostodos... foi utilizada à exaustão de diferentes formas e até
em oposição uma à outra. Pessoas diferentes, mas com a mesma boa
intenção, defenderam com veemência tanto o “somos todos”
quanto o “sou diferente”.
Inspirado pelo
pensamento complexo de Edgar Morin, quero refletir com vocês sobre a
realidade de sermos, sim, todos e ao mesmo tempo não sermos.
Não “sermos
todos” é bastante óbvio, não é? Desde o fato de nem todos
sermos pretos até a certeza de que o linchamento foi obra de alguns
ensandecidos, fica claro que fazemos parte de uma diversidade enorme
de posições e pensamento. É irreal e mesmo injusto juntar “alhos
com bugalhos” e jogar todos na mesma cova do racismo, do ódio e da
culpabilidade. Alguns, não só não são culpados como são ativos e
participantes da luta contra o racismo, a violência, etc.
Por outro lado, em
muitos aspectos “somos todos”, sim. Somos todos responsáveis
pela sociedade em que vivemos e por aquilo que nela acontece. E caso
alguém pergunte: “Mas o que eu poderia ter feito? Moro a milhares
de quilômetros do Guarujá, nunca estive lá, não conheço a mulher
morta nem seus linchadores... sempre fui contra a violência, contra
a boataria, e apoio o devido processo legal... o que eu poderia ter
feito?” A resposta imediata pode ser: “Nada”.
Mas, mesmo quem é
um ativista dos direitos humanos deve compreender que se algo assim
ocorreu é porque tudo o que foi feito até agora para impedir que
algo assim acontecesse foi insuficiente. E, nesse caso, sim, somos
todos responsáveis. Devíamos ter feito mais. Muito mais.
E o que precisa
atingir o nosso coração agora não é o horror, não é o desânimo,
não é a revolta, nem a inercia, o “não estou nem aí”, o “a
minha parte eu faço”, “isso é obrigação do governo” (da
igreja, do partido, dos outros enfim).
Precisamos é de um
sentimento de solidariedade (#somostodosum), de insuficiência
(sozinho eu não posso, mas juntos podemos melhorar), de esperança
(há de melhorar), de humanidade (reconheço a complexidade dos
problemas e o potencial de resolvê-los).
Não me sinto
culpado pela banana atirada, nem pela absurda morte de uma inocente.
Mas me sinto responsável por não ter feito mais para que coisas
assim não existissem e esse sentimento deve me empurrar a agir em
favor das respostas, das soluções, da compreensão maior entre os
seres humanos, da justiça e da paz.
Só assim valerá a
pena continuar vivendo.
segunda-feira, 31 de março de 2014
O Coletivo e o Individual
"São bilhões de cidadãos no mesmo planeta com a missão de conviver entre si e com o meio ambiente. Cada ser humano tem o privilégio de pensar individualmente e a responsabilidade de agir coletivamente.
Esta constatação é o cerne de todos os problemas ambientais causados pelo homem. Por discordar da sua responsabilidade, os seres humanos causam tantos danos ao planeta e à própria vida."
(http://vivaitabira.com.br/viva-colunas, publicado no informativo interno da Prefeitura de Sorocaba, março de 2014)
quarta-feira, 19 de março de 2014
Observações de um turista distraído - 9
Pastel de Angu
Estradas de Minas Gerais: sempre tão interessantes, paisagens, montanhas, rios, cidades, fazendas, cachoeiras.
E uma coisa nos chamava a atenção. Volta e meia aparecia algum cartaz, placa à beira da estrada propagandeando um restaurante, lanchonete, buteco. E ofereciam as delícias da cozinha mineira: queijos, linguiças, pães de queijo, comidas variadas e... pastel de angu!!!
Angu é um cozido de fubá, antigo e popular. Comida de antigamente, como se diz. Agora, fazer um pastel com angu, nunca tínhamos visto. Nem comido.
Pois quando se apresentou a oportunidade, aceitamos rapidinho a oferta da Aline, lá em Tabuleiro, de nos fazer uns pasteis de angu. Ao chegarem vimos que se trata de um pastel como outro qualquer, frito, com recheio. Mas a diferença é que a massa do dito não é feita de farinha de trigo, como os nossos aqui em terras paulistas. É feito com massa de fubá, o que lhe dá uma cor dourada, um aspecto crocante e um sabor... huuuuummmmm... DE-LI-CI-O-SO!!!!
Tá servido?
sexta-feira, 14 de março de 2014
Gentes, árvores, viagens e o sentido da vida
Viajamos, Elaine e eu,
por Minas Gerais
durante 25 dias de fevereiro. Visitamos 15 cidades, rodamos mais de 3
mil quilômetros.
Vimos 2 grutas (Lapinha
e Maquiné), dezenas de
cachoeiras (inclusive Tabuleiro, a terceira mais alta do país, com
273 metros), igrejas centenárias, lobos-guará, minas, museus (inclusive o
espetacular Inhotim), restaurantes deliciosos, e cenários fabulosos,
lindíssimos.
De tudo que vimos e conhecemos, o que nos causou maior prazer, deixou as melhores lembranças não foi nada disso. Foram as pessoas que encontramos pelo caminho.
A começar pela visita
que fizemos à Fani, amiga de infância nossa filha, a quem queremos
bem como se fora filha também. Ela, seu irmão e sua cunhada fizeram
de nossa primeira parada em Conselheiro Lafayete uma extensão do
nosso lar. Foi bom demais revê-los, conhecer sua pequena padaria, de
onde sai pão quentinho toda hora.
Em Caraça, conhecemos
o padre que se esmera por oferecer toda a noite, uma refeição
nutritiva aos lobos-guará, que a recebem como se fosse dádiva
divina, no adro do belíssimo santuário gótico do Caraça. Além da
experiência transcendental de vê-lo dar os alimentos de forma tão
respeitosa, o padre é profundo conhecedor dos hábitos e
características desses maravilhosos animais, que vivem uma vida
selvagem, exceto pelos curtos minutos quando se alimentam do que lhes
dá o padre.
Subindo sempre em
direção ao norte, ao longo da Serra do Espinhaço, conhecemos
muitas cachoeiras, em longas trilhas pela Parque S. do Cipó,
acompanhados por Pablo, mais do que um bom guia, excelente jovem,
correto, animado, que fez dos nossos passeios real diversão.
A próxima parada foi
no distrito de Tabuleiro, para conhecer a famosa cachoeira. Mas
antes, Aline, uma simpática dona de bar no vilarejo, não só nos
ofereceu comida simples feita com capricho, como pôs-se a conversar
conosco, pernas dobradas sobre o banco atrás do balcão, oferecendo
sinceramente seu olhar atento, analítico, perspicaz e divertido
sobre fatos corriqueiros e assuntos graves, enquanto matávamos a
fome e a sede.
Já em Milho Verde, um
(ainda) pequeno paraíso em pleno Espinhaço, Margot e Gaia nos
hospedaram em sua pousada – a Luar do Rosário -, tão linda quanto
simples, tão bucólica quanto alegre. A hora do delicioso café
transformou-se cada manhã em prosa gostosa, tranquila, alegre. E as
histórias de vida das duas sócias serviram de alento, inspiração,
aprendizado para nós.
E chegamos à nossa
última parada, onde uma garotinha de 12 anos – a Laura - nos
encantou com seu modo vivo, genuíno, colorido de nos guiar pela Casa
de Guimarães Rosa, em Cordisburgo, não só dando as informações
precisas sobre cada aposento da casa, como também nos contando um
pequeno texto do escritor com tal desenvoltura e brilho que
enxergamos a cena descrita com toda a emoção e detalhe que o autor
desejou dar.
Voltamos. Estávamos
cansados de tanta estrada, tanta paisagem, tantas novidades. Mas
sentíamos que ganháramos muito ao conhecer tais pessoas.
De volta, uma amiga do
Facebook propõe a seguinte reflexão: “Os frutos são mais
importantes que as folhas ou flores”. E acrescentou que a razão de
ser de uma árvore é frutificar. Ousei discordar: disse que a razão
de ser de uma árvore é ser uma árvore.
É lógico que
falávamos por símbolos.
E quando me referi a
“ser árvore” eu pensava na Fani (e não na padaria), no padre (e
não na igreja), no Pablo (e não nos seus préstimos de guia), na
Aline (e não no seu bar), na Margot e na Gaia (e não na Luar do
Rosário), na Laura (e não nos seus conhecimentos sobre o grande G.
R.). Seu valor não está naquilo que fazem (e o fazem muito bem),
mas naquilo que são (pessoas extraordinárias), e que por serem
assim tornaram nossa vida mais rica e nossa viagem, mais feliz.
Obrigado, amigos!!!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Para bom entendedor, meia parábola basta
"Para um bom entendedor meia parábola basta:
Estava eu em uma expedição com uns amigos perdido em um ponto remoto da floresta amazônica.
- Caramba, que lugar bonito! Valeu a pena ter ficado 3 semanas tentando chegar aqui, hein? Santo GPS! (forcei mas tudo bem)
- É mesmo, hein? E essa mata parece intocada, não? O que você acha, Hermenegildo, alguém já chegou aqui antes da gente?
- Duvido, Jubislânio! Veja essa natureza virgem! Somos os primeiros aqui, com certeza!
- Duvido, Hermenegildo! Tenho certeza que alguém já veio aqui antes de nós. Não é possível que isso nunca tenha ocorrido!
- Sinceramente, não acredito nisso. Sem a tecnologia que utilizamos ninguém chegaria... e você, Obadias, o que acha disso?
- ãhn...? Eu estava meio perdido, absorto diante de tanta exuberância.
- Então, será que alguém já veio aqui antes da gente?
- Ah... sei lá... não tenho a mínima ideia...
O Hermenegildo interrompe:
- Como assim, não sabe??? É claro que ninguém nunca veio aqui antes! Dá uma olhada à sua volta, cacete! Essa mata é totalmente virgem!
- Ah, sei lá, não tenho elementos suficientes para chegar a nenhuma conclusão. Simplesmente não sei...
- Se liga cara, é claro que já veio gente aqui! Me admira você simplesmente não ter opinião a respeito disso! Na realidade, eu acho que você não acredita que já veio gente aqui mas não tem coragem de admitir!!!
- Caramba, que cara mais indeciso!, Vocifera Hermenegildo. E eu, não sei se distraído ou enfadado, já estou de novo perdido diante daquele universo tão rico e indecifrável para mim..."
(texto perfeito do Obadias de Deus, no Facebook, em referência a um debate sobre ateus, crentes e agnósticos)
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Lendo Edgard Morin
Quinta-feira, 2 de fevereiro [1995]. Não sei mais quem foi que escreveu: "Todas as guerras são projeções da guerra que se desenvolve em nós" E acrescento: "A luta pela vida ou pela morte da humanidade decorre em cada um de nós."
...
Sim, é o eterno combate contra os vírus, as guerras, as idiotices e jamais vai haver vitória definitiva.
...
Anoto: "A própria definição de democracia está prestes a mudar. Se, na primeira faze, a democracia era medida por sua capacidade de integrar as diferenças culturais, na segunda fase ela se mede por sua capacidade de gerar o multiculturalismo. A democracia significava a uniformização das experiências, das vivências, das línguas, das memórias, por um apelo constante ao princípio da igualdade. Hoje, ela se define cada vez mais por sua capacidade de tolerar as diferenças étnicas, religiosas, sexuais e de reconhecer, portanto, o direito à diferença."
...
...digo que o tolerante compreende o fanático, e compreende que o fanático não o compreenda; enquanto o fanático não compreende que o tolerante o compreenda.
...
A mulher envolta em véu, a mulher embelezada e maquiada, a mulher desnuda: três maneiras adoráveis de sacralizar o corpo.
...
...as duas faces de mim mesmo. Uma, o ceticismo irônico e crítico; a outra, a fé militante.
...
"De hoje em diante é mais fecundo confessar sua dificuldade do que afirmar seu saber".
...
Muitos acreditam que tudo está lançado; eu, como sempre, vejo o improvável e o inesperado.
...
Resposta a um jovem leitor de "Meus Demônios". Ele me pergunta qual a melhor solução para as contradições da relação amorosa. Não há solução. A única coisa importante é continuar a encontrar poesia no ser amado.
(Edgar Morin em "Chorar, Amar, Rir, Compreender", ed SescSp)
Assim começou meu ano de 2014...
...
Sim, é o eterno combate contra os vírus, as guerras, as idiotices e jamais vai haver vitória definitiva.
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Anoto: "A própria definição de democracia está prestes a mudar. Se, na primeira faze, a democracia era medida por sua capacidade de integrar as diferenças culturais, na segunda fase ela se mede por sua capacidade de gerar o multiculturalismo. A democracia significava a uniformização das experiências, das vivências, das línguas, das memórias, por um apelo constante ao princípio da igualdade. Hoje, ela se define cada vez mais por sua capacidade de tolerar as diferenças étnicas, religiosas, sexuais e de reconhecer, portanto, o direito à diferença."
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...digo que o tolerante compreende o fanático, e compreende que o fanático não o compreenda; enquanto o fanático não compreende que o tolerante o compreenda.
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A mulher envolta em véu, a mulher embelezada e maquiada, a mulher desnuda: três maneiras adoráveis de sacralizar o corpo.
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...as duas faces de mim mesmo. Uma, o ceticismo irônico e crítico; a outra, a fé militante.
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"De hoje em diante é mais fecundo confessar sua dificuldade do que afirmar seu saber".
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Muitos acreditam que tudo está lançado; eu, como sempre, vejo o improvável e o inesperado.
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Resposta a um jovem leitor de "Meus Demônios". Ele me pergunta qual a melhor solução para as contradições da relação amorosa. Não há solução. A única coisa importante é continuar a encontrar poesia no ser amado.
(Edgar Morin em "Chorar, Amar, Rir, Compreender", ed SescSp)
Assim começou meu ano de 2014...
sábado, 30 de novembro de 2013
O melhor e o pior
Dizem, e com razão, que "o ótimo é inimigo do bom".
Não devemos, no entanto, cair na armadilha de concluir que "o ruim é inimigo do pior".
Isto pode nos levar a aceitar algo mau, apenas por medo de que a alternativa seja algo ainda mais perverso.
Devemos lutar pelo bem, e se a alternativa é escolher entre o ruim e o pior, não façamos escolha alguma!!! Lutemos por uma outra opção, uma que seja - talvez não ótima - mas uma boa opção, nem que tenhamos que criá-la!
Chega de aceitar porcaria!!!
Não devemos, no entanto, cair na armadilha de concluir que "o ruim é inimigo do pior".
Isto pode nos levar a aceitar algo mau, apenas por medo de que a alternativa seja algo ainda mais perverso.
Devemos lutar pelo bem, e se a alternativa é escolher entre o ruim e o pior, não façamos escolha alguma!!! Lutemos por uma outra opção, uma que seja - talvez não ótima - mas uma boa opção, nem que tenhamos que criá-la!
Chega de aceitar porcaria!!!
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