- Saúde, seo porco!!!- Brigado, irmão!!!
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Arrotos - 2
"Nos tempos de Tróia era um suspiro!"(essa era repetida pela vó Clara, que faleceu aos 99 anos).
domingo, 16 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Soft
Só porque publiquei uma piadinha no Facebook, um amigo me disse que estou mais leve, soft, bem humorado.
Não há nada que eu goste mais do que rir de gargalhar, especialmente com os amigos. Talvez seja algo genético, pois meu tio-avô, irmão de minha avó paterna foi ninguém menos que Cornélio Pires, aclamado folclorista caipira e exímio contador de anedotas (como se dizia antigamente). É até autor de vários livros de "causos" (Patacoadas, Conversas ao Pé do Fogo, Quem Conta um Conto e outros).
Contava um primo que o acompanhou em várias apresentações de turnê pelo interior, que ele contava com tal maestria certa anedota (qual, não sabemos) que meu primo não conseguia reter o riso frouxo antes mesmo do "punch line" e tinha que sair de fininho do teatro para não gargalhar sozinho e estragar a piada.
Em tempos pós eleitorais, esse causo vem a calhar, para que sejamos mais soft:
("Viva", em Patacoadas, página 89 de Cornélio Pires, ed Ottoni)
Não há nada que eu goste mais do que rir de gargalhar, especialmente com os amigos. Talvez seja algo genético, pois meu tio-avô, irmão de minha avó paterna foi ninguém menos que Cornélio Pires, aclamado folclorista caipira e exímio contador de anedotas (como se dizia antigamente). É até autor de vários livros de "causos" (Patacoadas, Conversas ao Pé do Fogo, Quem Conta um Conto e outros).
Contava um primo que o acompanhou em várias apresentações de turnê pelo interior, que ele contava com tal maestria certa anedota (qual, não sabemos) que meu primo não conseguia reter o riso frouxo antes mesmo do "punch line" e tinha que sair de fininho do teatro para não gargalhar sozinho e estragar a piada.
Em tempos pós eleitorais, esse causo vem a calhar, para que sejamos mais soft:
"Numa festa política, após uma eleição no interior, ao pipocar de foguetes, começou a "rolar" cerveja.
Um caipira, querendo aderir à bebida, mas não sabendo qual era o partido que estava promovendo a festança, teve uma ideia: erguendo o chapéu com todo entusiasmo, bradou:
- Viva os dois partido!!!!"
("Viva", em Patacoadas, página 89 de Cornélio Pires, ed Ottoni)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
O Fim
O fim não virá pela injustiça, pela corrupção generalizada, pela decadência moral, pela violência individual ou institucionalizada.
Não.
O fim virá pela inexistência de solidariedade, misericórdia, piedade.
O fim virá pela falta de amor.
Não o amor aos meus semelhantes, ao próximo, à família, aos que me são caros. E sim, pela falta de amor aos escorraçados, os marginalizados, os "intocáveis", os miseráveis, os inúteis, os errados, os perdidos, os diferentes de mim.
O gozado é que um país que se diz admirador do Mestre de Nazaré ignora o que ele mesmo disse, que veio para "buscar e salvar os perdidos".
Nós, não. Nós queremos é que eles queimem no inferno.
E o fogo do inferno vai acabar nos queimando a todos, sem exceção.
Não.
O fim virá pela inexistência de solidariedade, misericórdia, piedade.
O fim virá pela falta de amor.
Não o amor aos meus semelhantes, ao próximo, à família, aos que me são caros. E sim, pela falta de amor aos escorraçados, os marginalizados, os "intocáveis", os miseráveis, os inúteis, os errados, os perdidos, os diferentes de mim.
O gozado é que um país que se diz admirador do Mestre de Nazaré ignora o que ele mesmo disse, que veio para "buscar e salvar os perdidos".
Nós, não. Nós queremos é que eles queimem no inferno.
E o fogo do inferno vai acabar nos queimando a todos, sem exceção.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
A tragédia antevista, prevista, anunciada... consumada
"De onde, meu Deus, surgiu essa ideia de que é tudo bem consumir o país inteiro em chaminés, de que é tudo bem apagar florestas em fábricas, riachos em estacionamentos, pantanais em pastos, cascatas em represas e pradarias em campos de soja – isso tudo num ritmo de tsunami, que as mais diligentes atualizações do Google Earth não conseguem acompanhar? Essa pergunta, infelizmente, é fácil de responder. Achamos tudo isso mais ou menos normal porque fomos devidamente programados pela doutrina do desenvolvimentismo – a conveniente ideia de que todos os países admiráveis são iguais: que são ricos, no sentido que gastam selvagemente todos os seus recursos no ralo da produtividade. Esse doutrinamento nos faz fechar os olhos a todos os custos pessoais, sociais e ambientais envolvidos na expansão industrial e agrícola, porque cremos que há virtude inerente em ver “o país crescer”. Essa resignação está mesmo gravada em palavra de ordem na nossa bandeira."
(Paulo Brabo, em "Nunca é cedo demais para lembrar o que o PT e o capitalismo tem em comum", que explica minha má vontade e recusa em votar neste ou naquele partido, neste ou naquele candidato)
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Zelota?!
Termino - ainda falta ler a seção final de "notas" - o interessante livro "Zelota - A vida e a época de Jesus de Nazaré", de Reza Aslan, publicado pela Zahar.
Quando digo "interessante", alguém pode concluir que não gostei (é o termo usado pela minha esposa quando avalia algo como "médio"). Não é o caso. Gostei, gostei muito, mas...
Sempre tem um "mas", não é? Neste caso, o "mas" não é uma crítica ao autor, mas ao leitor. Sinto-me incapaz de avaliar as afirmações do autor, pois pressupõe um conhecimento de História Antiga - mais precisamente, da história antiga da Palestina - e do Novo Testamento - do qual fui/sou um leitor relapso - que não possuo.
Então, a título de reflexão, tanto para quem leu como para quem ainda não leu - e eu recomendo - transcrevo o parágrafo final do livro (o ponto de interrogação ao final do parágrafo é meu):
Quando digo "interessante", alguém pode concluir que não gostei (é o termo usado pela minha esposa quando avalia algo como "médio"). Não é o caso. Gostei, gostei muito, mas...
Sempre tem um "mas", não é? Neste caso, o "mas" não é uma crítica ao autor, mas ao leitor. Sinto-me incapaz de avaliar as afirmações do autor, pois pressupõe um conhecimento de História Antiga - mais precisamente, da história antiga da Palestina - e do Novo Testamento - do qual fui/sou um leitor relapso - que não possuo.
Então, a título de reflexão, tanto para quem leu como para quem ainda não leu - e eu recomendo - transcrevo o parágrafo final do livro (o ponto de interrogação ao final do parágrafo é meu):
"Dois mil anos depois, o Cristo da criação de Paulo totalmente subjugou o Jesus da história. A memória do zelota revolucionário que atravessou a Galileia reunindo um exército de discípulos com o objetivo de estabelecer o Reino de Deus na terra, o pregador magnético que provocou a autoridade do sacerdócio do Templo em Jerusalém, o nacionalista judeu radical que desafiou a ocupação romana e perdeu, ficou quase completamente perdida para a história. Isso é uma pena. Porque a única coisa que qualquer estudo abrangente sobre o Jesus histórico deveria ter esperança de revelar é que Jesus de Nazaré, Jesus, o homem, é tão atraente, carismático e louvável como Jesus, o Cristo. Ele é, em suma, alguém em que vale a pena acreditar"?
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Tem gente querendo dividir o Brasil
"Toda unanimidade é burra."
Se considerarmos essa afirmativa correta, então, a sugestão que vi em várias postagens no Facebook nos últimos dias - querem o país dividido em dois: um no norte/nordeste, com todos os petistas e pessoas de esquerda; e outro no sul/sudeste, com todos o fãs do PSDB e pessoas "não esquerdistas" - essa sugestão é de uma burrice unânime!!!
Uma divisão dessas supostamente deixaria dois países homogêneos, e - a se levar a sério a afirmação acima, do grande Nelson Rodrigues - dois países burros.
A maior vantagem do Brasil é sua diversidade. Ela se manifesta na diversidade ambiental, climática, cultural, linguística, religiosa, e - por que não??? - POLÍTICA!!!!!
Querer nivelar o país politicamente é querer nivelar por baixo, é permitir que a política exerça o poder dominante sobre todas as outras características do brasileiro. Enfim, é ser burro duplamente!!!
Sei, sei, todo mundo que deu e apoiou essa sugestão infame, o fez de brincadeirinha, de desabafo, da boca pra fora... Sei, sei...
Que tal, então, pensar um pouco, só um pouquinho, antes de espalhar merda pela internet, tá gente?
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Mais difícil
Dizem, que "viver não é fácil, não".
Ultimamente,
tenho achado que morrer
é mais difícil...
domingo, 26 de outubro de 2014
Contrariando a mim mesmo, votei!
Votei nulo no primeiro turno.
Mas, agora, no segundo, contrariando minha convicção, votei.
E sabe por quê?
As postagens, os argumentos, a campanha, a veemência dos meus amigos psdbistas, e anti-petistas foi tal que não tive outra alternativa a não ser me conformar e votei:
Mas, agora, no segundo, contrariando minha convicção, votei.
E sabe por quê?
As postagens, os argumentos, a campanha, a veemência dos meus amigos psdbistas, e anti-petistas foi tal que não tive outra alternativa a não ser me conformar e votei:
VOTEI DILMA.
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