1- Segundo o Prof. Carl Sagan:
http://youtu.be/EjpSa7umAd8?list=LLisvbknWd1vAyH9Ct6B1kDQ
2- Segundo o Prof. Mario Sergio Cortella:
http://youtu.be/c2qt3hls5HM
3- Segundo Ernest Cline:
http://youtu.be/8APbPfy3atg
Sim, esses somos nós. Gostou?
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
domingo, 23 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Arrotos - 2
"Nos tempos de Tróia era um suspiro!"(essa era repetida pela vó Clara, que faleceu aos 99 anos).
domingo, 16 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Soft
Só porque publiquei uma piadinha no Facebook, um amigo me disse que estou mais leve, soft, bem humorado.
Não há nada que eu goste mais do que rir de gargalhar, especialmente com os amigos. Talvez seja algo genético, pois meu tio-avô, irmão de minha avó paterna foi ninguém menos que Cornélio Pires, aclamado folclorista caipira e exímio contador de anedotas (como se dizia antigamente). É até autor de vários livros de "causos" (Patacoadas, Conversas ao Pé do Fogo, Quem Conta um Conto e outros).
Contava um primo que o acompanhou em várias apresentações de turnê pelo interior, que ele contava com tal maestria certa anedota (qual, não sabemos) que meu primo não conseguia reter o riso frouxo antes mesmo do "punch line" e tinha que sair de fininho do teatro para não gargalhar sozinho e estragar a piada.
Em tempos pós eleitorais, esse causo vem a calhar, para que sejamos mais soft:
("Viva", em Patacoadas, página 89 de Cornélio Pires, ed Ottoni)
Não há nada que eu goste mais do que rir de gargalhar, especialmente com os amigos. Talvez seja algo genético, pois meu tio-avô, irmão de minha avó paterna foi ninguém menos que Cornélio Pires, aclamado folclorista caipira e exímio contador de anedotas (como se dizia antigamente). É até autor de vários livros de "causos" (Patacoadas, Conversas ao Pé do Fogo, Quem Conta um Conto e outros).
Contava um primo que o acompanhou em várias apresentações de turnê pelo interior, que ele contava com tal maestria certa anedota (qual, não sabemos) que meu primo não conseguia reter o riso frouxo antes mesmo do "punch line" e tinha que sair de fininho do teatro para não gargalhar sozinho e estragar a piada.
Em tempos pós eleitorais, esse causo vem a calhar, para que sejamos mais soft:
"Numa festa política, após uma eleição no interior, ao pipocar de foguetes, começou a "rolar" cerveja.
Um caipira, querendo aderir à bebida, mas não sabendo qual era o partido que estava promovendo a festança, teve uma ideia: erguendo o chapéu com todo entusiasmo, bradou:
- Viva os dois partido!!!!"
("Viva", em Patacoadas, página 89 de Cornélio Pires, ed Ottoni)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
O Fim
O fim não virá pela injustiça, pela corrupção generalizada, pela decadência moral, pela violência individual ou institucionalizada.
Não.
O fim virá pela inexistência de solidariedade, misericórdia, piedade.
O fim virá pela falta de amor.
Não o amor aos meus semelhantes, ao próximo, à família, aos que me são caros. E sim, pela falta de amor aos escorraçados, os marginalizados, os "intocáveis", os miseráveis, os inúteis, os errados, os perdidos, os diferentes de mim.
O gozado é que um país que se diz admirador do Mestre de Nazaré ignora o que ele mesmo disse, que veio para "buscar e salvar os perdidos".
Nós, não. Nós queremos é que eles queimem no inferno.
E o fogo do inferno vai acabar nos queimando a todos, sem exceção.
Não.
O fim virá pela inexistência de solidariedade, misericórdia, piedade.
O fim virá pela falta de amor.
Não o amor aos meus semelhantes, ao próximo, à família, aos que me são caros. E sim, pela falta de amor aos escorraçados, os marginalizados, os "intocáveis", os miseráveis, os inúteis, os errados, os perdidos, os diferentes de mim.
O gozado é que um país que se diz admirador do Mestre de Nazaré ignora o que ele mesmo disse, que veio para "buscar e salvar os perdidos".
Nós, não. Nós queremos é que eles queimem no inferno.
E o fogo do inferno vai acabar nos queimando a todos, sem exceção.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
A tragédia antevista, prevista, anunciada... consumada
"De onde, meu Deus, surgiu essa ideia de que é tudo bem consumir o país inteiro em chaminés, de que é tudo bem apagar florestas em fábricas, riachos em estacionamentos, pantanais em pastos, cascatas em represas e pradarias em campos de soja – isso tudo num ritmo de tsunami, que as mais diligentes atualizações do Google Earth não conseguem acompanhar? Essa pergunta, infelizmente, é fácil de responder. Achamos tudo isso mais ou menos normal porque fomos devidamente programados pela doutrina do desenvolvimentismo – a conveniente ideia de que todos os países admiráveis são iguais: que são ricos, no sentido que gastam selvagemente todos os seus recursos no ralo da produtividade. Esse doutrinamento nos faz fechar os olhos a todos os custos pessoais, sociais e ambientais envolvidos na expansão industrial e agrícola, porque cremos que há virtude inerente em ver “o país crescer”. Essa resignação está mesmo gravada em palavra de ordem na nossa bandeira."
(Paulo Brabo, em "Nunca é cedo demais para lembrar o que o PT e o capitalismo tem em comum", que explica minha má vontade e recusa em votar neste ou naquele partido, neste ou naquele candidato)
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