sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Genocídio

Sou um assassino.
Com minhas próprias mãos matei dezenas.
Com o uso de alguns instrumentos, eliminei centenas.
E com armas químicas, matei milhares.
Um verdadeiro genocídio.
Não tenho remorso.
Continuarei matando impiedosamente, até que esses malditos percebam que não podem invadir a minha casa... 
E me deixem em paz.

domingo, 23 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Arrotos - 2

"Nos tempos de Tróia era um suspiro!"
(essa era repetida pela vó Clara, que faleceu aos 99 anos).

domingo, 16 de novembro de 2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Soft

Só porque publiquei uma piadinha no Facebook, um amigo me disse que estou mais leve, soft, bem humorado.
Não há nada que eu goste mais do que rir de gargalhar, especialmente com os amigos. Talvez seja algo genético, pois meu tio-avô, irmão de minha avó paterna foi ninguém menos que Cornélio Pires, aclamado folclorista caipira e exímio contador de anedotas (como se dizia antigamente). É até autor de vários livros de "causos" (Patacoadas, Conversas ao Pé do Fogo, Quem Conta um Conto e outros).
Contava um primo que o acompanhou em várias apresentações de turnê pelo interior, que ele contava com tal maestria certa anedota (qual, não sabemos) que meu primo não conseguia reter o riso frouxo antes mesmo do "punch line" e tinha que sair de fininho do teatro para não gargalhar sozinho e estragar a piada.
Em tempos pós eleitorais, esse causo vem a calhar, para que sejamos mais soft:
"Numa festa política, após uma eleição no interior, ao pipocar de foguetes, começou a "rolar" cerveja.
Um caipira, querendo aderir à bebida, mas não sabendo qual era o partido que estava promovendo a festança, teve uma ideia: erguendo o chapéu com todo entusiasmo, bradou:
- Viva os dois partido!!!!
"

("Viva", em Patacoadas, página 89 de Cornélio Pires, ed Ottoni)