domingo, 21 de dezembro de 2014

Retribuição

"Non odiare chi ti vuole rubare il futuro,  
 Rendi il bene per il male, 
Buon Natale!" 

"Não odeie quem quer roubar o seu futuro, 
Retribua com o bem o mal,
Bom Natal"

(Marco Masini em "Il Giorno Più Banale")

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

L'Amore

"Che l'Amore è la più bugiarda delle verità."

O Amor é a mais mentirosa das verdades. 

(Marco Masini em "Il Giorno Piu Banale")

Aguarde mais uns dias...

sábado, 13 de dezembro de 2014

Quase como o "blues"

"There is no God in heaven
There is no hell below
So says the great professor
of all there is to know

But I've had the invitation
that a sinner can't refuse
It's almost like salvation
It's almost like the blues."

Não há Deus no céu
Não há inferno abaixo
Assim diz o grande professor
de tudo que há para saber.
Mas eu recebi um convite
que um pecador não recusa
É quase como salvação
É quase como o "blues".

(Leonard Cohen, em "Almost like the blues")

Medieval

Pensei viver na pós-modernidade. 
E o que é a pós-modernidade? É uma era muito diferente da anterior. É a era das incertezas, o tempo da individualidade mesclada com a vida tribal. O fim dos nacionalismos e o início do "planetarismo". Ocasião para valorizar a fé e relativizar a razão. É a não existência do centro: onde antes era Deus, depois veio o Homem e agora nada é o centro, pois o centro está em todo lugar. É o tempo fractal, do "caos" (teoria científica), da física quântica, neural, da nanotecnologia, da "ecociência", da consciência ecológica, da comunicação instantânea. Do fim do autoritarismo, e reinado da valorização da vida. 
Acima de tudo, a vida.
Mas não é o que vejo. O que vejo é um número enorme, absurdo, incrível de pessoas maniqueístas, absolutistas, dogmáticas, fechadas, obtusas, fundamentalistas... verdadeiramente MEDIEVAIS.
Se estamos no futuro, o futuro é o passado...
E eu não quero viver no passado.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A Era Medieval é Hoje

10 de Dezembro de 2014 
Dia Internacional dos Direitos Humanos

Um relatório divulgado nos Estados Unidos revela que o governo americano não só aceitava como executava torturas de presos suspeitos. Torturas essas das mais escabrosas. Dezenas das vítimas eram comprovadamente inocentes.

Um ex-militar brasileiro, eleito deputado federal com uma plataforma - digamos - fascista dirigiu ofensas morais graves a uma mulher parlamentar que discursava contra a ditadura militar que tivemos por mais de 20 anos. Ele o fez desde o palanque em plenário, acintosamente escudados pela tal "imunidade parlamentar".

Os policiais responsáveis pela morte do jovem negro nos Estados Unidos, morte essa documentada em filme e explicitamente desnecessária, foram isentados de ser criminalmente processados porque "não fizeram nada errado", segundo as autoridades judiciárias.

Um juiz deu ordem de prisão a uma fiscal de trânsito porque a agente havia flagrado o juiz cometendo uma infração de trânsito.

A ligação entre os casos? Estamos na Idade Média. É isso...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Genocídio

Sou um assassino.
Com minhas próprias mãos matei dezenas.
Com o uso de alguns instrumentos, eliminei centenas.
E com armas químicas, matei milhares.
Um verdadeiro genocídio.
Não tenho remorso.
Continuarei matando impiedosamente, até que esses malditos percebam que não podem invadir a minha casa... 
E me deixem em paz.