Só há um pecado:
não amar
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"Certo tava o Caipira que perguntado pelo Tio Cornélio Pires, no início do século passado, se era Monarquista ou Republicano, responde que Política é como criação de porco. Por isso era Monarquista, pois o porco engordava à custa do povo, se acomodava com a vida boa só comendo e dormindo, e só quando morria era trocado por um filhote. Na tar de Republica, cê põe o porco pra engorda...ele fica lá 4 anos, engorda, e quando ta bão de saúde e comeno menos, a gente tem que trocá de porco...e começa tudi novo!!!!"
"A memória é uma bênção ambígua. Mais precisamente, é ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição lançada sobre alguém. Pode "manter vivas" muitas coisas de valor profundamente desigual para o grupo e seus vizinhos. O passado é uma grande quantidade de eventos, e a memória nunca retém todos eles. E o que quer que ela retenha ou recupere do esquecimento nunca é reproduzido em sua forma "prístina" (o que quer que isso signifique). O "passado como um todo" nunca é recapturado pela memória. E se o fosse, a memória seria francamente um risco e não uma vantagem para os vivos. Ela seleciona e interpreta - e o que deve ser selecionado e como precisa ser interpretado é um tema discutível, objeto de contínua disputa. Fazer ressurgir o passado, mantê-lo vivo, só pode ser alcançado mediante trabalho ativo - escolher, processar, reciclar - da memória."
"Nenhum clamor de tormento pode ser maior que o clamor de um homem.
Ou, mais uma vez, nenhum tormento pode ser maior do que aquilo que um único ser humano pode sofrer.
O planeta inteiro não pode sofrer tormento maior do que uma única alma."