Tenho hoje, aos 64 anos, os mesmos sonhos que tinha há 50 anos.
Não os sonhos devaneios, os sonhos adolescentes, infantis, diáfanos, insubstanciados.
Mas os sonhos mesmo, aqueles desejos ardentes, profundos, de moldar a vida, moldar o mundo, os sonhos divinos...
Sabem por que? Porque Sonhos Não Envelhecem...
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
sábado, 16 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Vivo por...
Alguém já disse que ninguém vive para si, nem morre para si...
Caso seja verdade, a questão se resume a: Viver (e morrer) por quem (ou por o quê).
Alguns vivem por uma pessoa, outros vivem por um ideal e estes podem ser mais ou menos merecedores dessa dedicação.
Se você sabe por o quê ou quem vive, e está seguro de que vale a pena viver e morrer por isso, esta música é para você ouvir e cantar.
Basta substituir "Lei" (ela, em italiano) pelo objeto da sua dedicação.
E que o fervor com que essa canção linda é maravilhosamente interpretada sirva também como oportunidade de analisar e avaliar se, realmente, vale a pena viver por...
Caso seja verdade, a questão se resume a: Viver (e morrer) por quem (ou por o quê).
Alguns vivem por uma pessoa, outros vivem por um ideal e estes podem ser mais ou menos merecedores dessa dedicação.
Se você sabe por o quê ou quem vive, e está seguro de que vale a pena viver e morrer por isso, esta música é para você ouvir e cantar.
Basta substituir "Lei" (ela, em italiano) pelo objeto da sua dedicação.
E que o fervor com que essa canção linda é maravilhosamente interpretada sirva também como oportunidade de analisar e avaliar se, realmente, vale a pena viver por...
quinta-feira, 7 de abril de 2016
quarta-feira, 6 de abril de 2016
O Centro do Mundo - Milton Campos
“O que nós estamos vivendo hoje, é que o homem deixou de ser o centro do mundo. O centro do mundo hoje é o dinheiro, mas o dinheiro no estado puro. O dinheiro em estado puro só é o centro do mundo por causa dessa geopolítica que se instalou, proposta pelos economistas e imposta pela mídia.”("O Mundo Global Visto do Lado de Cá", documentário de Silvio Tendler, de 2002)
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Todos Esses Anos... / All Those Years Ago...
"Grito sempre sobre o amor
Enquanto te tratam feito cachorro
Quando foi você que deixou tudo bem claro
Todos esses anos...
Estou falando sobre como doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você apontou o caminho para a Verdade quando disse
'Tudo que você precisa é Amor'
Vivendo com o bem e o mal
Sempre te admirei e respeitei
Agora fomos deixados frios e tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que a todos ofendeu
Vivemos um sonho ruim
Esqueceram-se completamente da humanidade
E você foi quem eles deixaram contra a parede
Todos esses anos...
Na profundeza na noite mais escura
Eu mando uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito se liberta das mentiras
E de tudo o mais que desprezamos
Esqueceram-se de Deus
Ele é a razão de existirmos
No entanto, você foi quem eles disseram que era o esquisito
Todos esse anos...
Você disse tudo apesar de poucos terem ouvido
Todos esses anos...
Você tinha o controle sobre nosso sorriso e lágrimas
Todos esses anos...
All those years ago..."
(Para John Lennon,
com carinho
de George Harrison)
Enquanto te tratam feito cachorro
Quando foi você que deixou tudo bem claro
Todos esses anos...
Estou falando sobre como doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você apontou o caminho para a Verdade quando disse
'Tudo que você precisa é Amor'
Vivendo com o bem e o mal
Sempre te admirei e respeitei
Agora fomos deixados frios e tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que a todos ofendeu
Vivemos um sonho ruim
Esqueceram-se completamente da humanidade
E você foi quem eles deixaram contra a parede
Todos esses anos...
Na profundeza na noite mais escura
Eu mando uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito se liberta das mentiras
E de tudo o mais que desprezamos
Esqueceram-se de Deus
Ele é a razão de existirmos
No entanto, você foi quem eles disseram que era o esquisito
Todos esse anos...
Você disse tudo apesar de poucos terem ouvido
Todos esses anos...
Você tinha o controle sobre nosso sorriso e lágrimas
Todos esses anos...
All those years ago..."
(Para John Lennon,
com carinho
de George Harrison)
quarta-feira, 30 de março de 2016
Muro
Ficar em cima do muro não é fácil!
Se você der um passo em falso, cai.
Se você consegue se equilibrar, é desprezado por ambos os lados do muro por covardia, ingenuidade, omissão ou simples e clara burrice.
Poucos aceitam que ficar em cima do muro é tomar posição que exige clareza de valores, equilíbrio de pensamento, capacidade de avaliação e muita, muita paciência.
Porque os que estão em cima do muro tem um objetivo claro, preciso e perene:
Se você der um passo em falso, cai.
Se você consegue se equilibrar, é desprezado por ambos os lados do muro por covardia, ingenuidade, omissão ou simples e clara burrice.
Poucos aceitam que ficar em cima do muro é tomar posição que exige clareza de valores, equilíbrio de pensamento, capacidade de avaliação e muita, muita paciência.
Porque os que estão em cima do muro tem um objetivo claro, preciso e perene:
fazer com que ambos os lados ponham o muro abaixo e vejam que o melhor é um mundo sem muros, onde nenhum dos lados ganhe - ou perca - pois não há mais "lados" e onde todos, sem abrir mão de suas convicções, possam trabalhar juntos...Utopia? Sem dúvida. Esta é mais uma característica de quem está em cima do muro: enxerga mais além...
quarta-feira, 23 de março de 2016
"Ida" - um filme
Assistir o polonês "Ida" é passar uma hora e meia imerso em imagens em branco e preto que te fazem perguntar: como um filme pode ter imagens tão lindas?
Mas as imagens contam uma história. Nada trágica demais, nem cor-de-rosa. Apenas uma viagem pelo passado nada glamouroso da Polônia da guerra, onde moral e humanidade foram trocadas pela sobrevivência sem esperança dos anos pós-guerra.
O filme deixa um gosto agridoce na memória. As imagens permanecem sublimes.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ida_(filme)
Mas as imagens contam uma história. Nada trágica demais, nem cor-de-rosa. Apenas uma viagem pelo passado nada glamouroso da Polônia da guerra, onde moral e humanidade foram trocadas pela sobrevivência sem esperança dos anos pós-guerra.
O filme deixa um gosto agridoce na memória. As imagens permanecem sublimes.
sexta-feira, 18 de março de 2016
"Reality is for a privileged class"
"É verdade, são os ricos, os privilegiados, que podem usufruir da realidade social e pedem aos outros que sejam realistas, ou seja, que tomem consciência de que devem renunciar às suas aspirações e sonhos."(Edgar Morin, em "Califórnia", ed. SESC-SP, pg 55)
quinta-feira, 17 de março de 2016
Edgar Morin me representa!
"Tentei dizer o que para mim era o essencial, mas com uns e outros não funciono nas mesmas frequências de ondas, não sentimos e não concebemos os mesmo problemas. Meu Deus, como me aborreço."
(Edgar Morin em "Califórnia", pg 184, ed. SESC-SP, 2012)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Melhor! Melhor? ...
"Porque, como vimos, o melhor tem se mostrado consistentemente
insuficiente. O melhor nunca nos basta, e pelo menos nesse sentido
tem se mostrado consistentemente pior, vez após outra. Agora, que
demônio nos faz continuar a abraçar a ilusão de que uma nova melhoria,
que nos custará um mundo, poderá chegar a nos satisfazer?
O peso ideológico do termo “melhor” é para todos os efeitos o grande imperativo categórico da civilização ocidental: sua supremacia e sua suficiência são a única unanimidade no nosso universo plural, o último artigo de fé comum, sendo que não requer conversão e não admite questionamento.
Como disse-me Bruce Sterling, numa conferência que ele usou para infectar-me com muitas das inquietações que estou tratando aqui:
(Paulo Brabo, em "A Espada Circular" na "Bacia das Almas". Se você não ficou irresistivelmente atraído para ler todo o texto LÁ, você nunca será melhor...)
O peso ideológico do termo “melhor” é para todos os efeitos o grande imperativo categórico da civilização ocidental: sua supremacia e sua suficiência são a única unanimidade no nosso universo plural, o último artigo de fé comum, sendo que não requer conversão e não admite questionamento.
Como disse-me Bruce Sterling, numa conferência que ele usou para infectar-me com muitas das inquietações que estou tratando aqui:
Os sucessos do progresso tornam-se problemas espinhosos para a geração seguinte: não permanecem permanentemente “melhores”. Nossos juízos de valor sobre o que é melhor são temporários, inteiramente limitados à nossa perspectiva no tempo. Não existe um “melhorômetro”; ninguém tem como medir a extensão, a amplitude e a duração de uma “melhoria”. Melhor é um juízo abstrato de valor, não uma qualidade científica; não pode ser testado experimentalmente. Ninguém sabe o que é melhor; na verdade, ninguém sabe o que é pior. É tremenda ingenuidade acreditar que cada desdobramento tecnológico é necessariamente um avanço.Ou, como ponderava Jung:
Recusamo-nos a reconhecer que toda coisa melhor é comprada ao preço de uma coisa pior.Ou Jacques Ellul:
O progresso não é uma ameaça à natureza, mas à liberdade."...
(Paulo Brabo, em "A Espada Circular" na "Bacia das Almas". Se você não ficou irresistivelmente atraído para ler todo o texto LÁ, você nunca será melhor...)
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