A Vida acontece.
Não como a gente quer.
Não como a gente imaginou que seria.
Não como a gente gostaria que fosse.
Acontece. À revelia.
Um ser à procura de sua humanidade. Seja bem vindo, e fique à vontade para comentar!!!
A Vida acontece.
Não como a gente quer.
Não como a gente imaginou que seria.
Não como a gente gostaria que fosse.
Acontece. À revelia.
Os bilionários estão me dando dor de cabeça.
Saio ou não saio do FB, Insta, Zapzap, Amasom, Trédis, Gugal????
Resolvi ser "resistência". Não vou desistir. Vou fazer campanha contra, lá dentro. Até que mudem ou me joguem fora.
E se me bloquearem, fodam-se eles, Musqs, Zucqs, Besos, e bilionários da vida. São uns pobretões, só tem dinheiro.
As coisa que valem, mesmo - compaixão, empatia, amor, amizades, solidariedade - eles não tem. Coitados.
Livro lido.
Foram meses, lendo aos pouquinhos, no meu celular.
Gostei do "faroeste" meio estranho, sem "mocinhos", só bandidos. E estranhos, também.
Pra quem se interessar, é
https://skeelo.com/leitor/detalhes/os-irmaos-sisters/728
"I do not identify as a “Christian” nor an “Atheist”, and even if you convincingly put these together as some do in “Christian Atheism”, I don’t plan on buying the t-shirt. There are some aspects of what could be identified as “Christian” that I value, and others I don’t. Likewise, there are some aspects of what would be considered “Atheist” that I accept, and others I reject."
"Não me identifico como "cristão", nem como "ateu", e mesmo que você coloque-os juntos, como alguns fazem em "Ateísmo cristão", não pretendo comprar uma camiseta com esses dizeres. Há aspectos, do que pode ser identificado como "cristão", que eu dou valor; da mesma forma, há aspectos do que pode ser considerado ateísmo, que eu aceito, e há outros que rejeito."
Jim Palmer, no texto "Psychology of Religion", dez 2024.
De uns tempos pra cá, tenho pensado/sentido da mesma forma que Palmer: um pouco cristão, um pouco ateu, muito agnóstico. A vida me parece constituir-se mais do a matéria, simplesmente, mas não vejo a espiritualidade como algo religioso, em si, nem sobrenatural, mas parte da Vida. E cada vez mais o Amor (eros, filos, ágape) me parece a força, o valor, o significado essencial do humano.
Há pessoas que gastam tempo, energia e até saúde à procura da resposta a essa pergunta, não é?
Alguns pensam que há uma resposta única para essa questão, resposta que serve pra todo mundo, em todo lugar e em todos os tempos. Geralmente, respostas desse tipo vem atreladas a preceitos e dogmas religiosos.
Outros propõem a inexistência de qualquer finalidade na vida. Negam qualquer transcedência na vida humana, e em qualquer outra.
Há uma terceira posição, nem pra lá, nem pra cá, que me atrai muito:
A vida tem o propósito, o significado que o indivíduo der. Pode ser ter uma família feliz, pode ser ter conhecimento sobre algo, pode ser conhecer o mundo, pode ser realizar algum feito notável... pode ser qualquer coisa. Alguns são difíceis, outros, bobos. Mas todos podem desempenhar o papel de finalidade existencial.
James Taylor, em sua canção "Secret of Life" faz uma proposta interessante: ele diz "The secret of life is enjoying the passage of time". Traduzindo, "O segredo da vida é apreciar a passagem do tempo"... E por que não?
Cada minuto, cada acontecimento na vida diária, pode ser apreciado em sua singularidade, complexidade, sua "espantosidade". Não é fácil, não é imediato, mas é um processo que pode ser aprendido, treinado e percebido. E a vida vai se tornando uma aventura espantosa, cheia de sabores, acontecimentos únicos, um evento rico e maravilhoso...
Não acha?
Estou a 20 páginas do fim. Muitas pessoas, ao ver que o livro está no fim, correm pro final pra saber como termina. Outros, ansiosos, pulam palavras, sentenças, parágrafos, viram as páginas antes de terminá-las.
Eu, não. Estou a 20 páginas do fim de "As Sementes Que o Fogo Germina", da amiga Sumaya Lima (apesar do "Lima", não é aparentada). Começo a ter pruridos na mão, não para pular as páginas e ir pro fim, mas pra voltar ao começo e ler novamente os contos curtos, concisos, enfáticos e precisos como bisturi na alma.
O que provocou esse alvoroço no coração, eu não sei. Só sei, a 20 páginas do fim, que é um livro bom pra caralho.
Já me considerei cristão. Frequentava igreja, participava ativamente de atividades religiosas.
Com o tempo, fui me distanciando, aos poucos. Primeiro, parei de frequentar igreja. Depois, parei de pensar em termos religiosos, doutrinários e olhei para o mundo sem os óculos das doutrinas religiosas.
Cristão? Eu? Não sei se sou. Não sei se, algum dia, fui.
No livro de Atos, no Novo Testamento, conta-se que os seguidores de Jesus, em Antioquia, foram chamados de "cristãos".
Eles não se intitulavam "cristãos". Foram chamados pelos outros, por quem não fazia parte do grupo, de "cristãos". Naqueles tempos ainda não havia "igreja evangélica", "reformada", "protestante", "católica", o escambau. Eram apenas gente que vivia tentando seguir os ensinos deixados pelo "mestre".
Pra mim, então, dizer que sou cristão é irrelevante. Preferia que dissessem que o sou por tentar seguir os ensinos de Jesus, contidos nos Evangelhos. Só.