quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A história

“...Ao final da vida, não importam os bens, riquezas, empreendimentos e realizações.... O que importa é a história que se pode contar sobre nós... A história em si não é o mais importante... O objetivo da história é o principal... E o objetivo da história é permitir que sejamos lembrados sempre, ao contarem nossa história...”

(trechos do narrador no filme “Austrália”, em cartaz na cidade, com a atriz Nicole Kidman)

12 comentários:

Alex Liki disse...

Concordo plenamente.

bete disse...

Ah, mas uma plaquinha básica com nosso nome numa avenidona também ajudava...

Tuco Egg disse...

Isso me faz lembrar de "(...) Frodo e Sam sentados à entrada da toca de Laracna, contando histórias um para o outro, tentando imaginar como sua própria história soaria quando fosse contada a uma criança ao lado de uma fogueira." Foi um dos primeiros textos que li lá na Bacia. E um dos que sempre me lembro.

O filme parece muito bom.

Georgia disse...

Rubinho, legal essa frase, gostei. Parece até parte de algum livro, hahahahah!!!

Tenho ouvido vc lá na PierFm.

Abracos

Lou Mello disse...

Temos dito isso há tempos. Algum dia eles acreditarão.

carmen disse...

O que importa mesmo é como vivemos a nossa vida, não o que tivemos...

E espero que nesta releitura futura, possam ver que Deus foi sempre a razão da minha existência, e a razão dos "meus milagres", que na verdade, foram dEle...

Dona Sra. Urtigão disse...

Fora do contexto, isto ficou um pouco confuso para mim. Concordo com a não importancia da aquisição de bens materiais, ao fim da vida, (ou durante, hshshs), mas a historia de cada um envolve o que aconteceu e ai inclui honras, glorias, erros, ganhos, perdas, isso tudo irá constituir a historia a ser contada e mais, pois ela sera contada sob a ótica de quem conta, dependendo de que seja "amigo" ou não ( " a historia é sempre contada pela ótica dos vencedores") e se o objetivo é apenas sermos lembrados, isso poderia incluir a máxima "fale mal, mas fale de mim". Então, importa menos a nossa historia, como foi/é, mas a relação com quem a conta. Ele, o narrador, é quem fará de fato a historia que será contada.
É como penso.
Abraços.

Turuna Tântalo disse...

Recordo o GSV do Guimarães Rosa: "Viver é perigoso!" e acho que há uma ponte entre a opinião de Dona Sra. Urtigão e o corrente do post [ainda acredito que possa haver consensos, sem prejuízo das diferenças!). Repito aqui um comentário que deixei com o Alysson Amorim, num texto com perspectiva semelhante: "Parece que o perigoso da vida é a travessia do ser personagem que se conta por alheia voz e do ser contador da própria história pelas estórias alheias… A narrativa continua, de qualquer forma…"
E sugiro, para quem ainda não o fez, uma leitura saborosa e lúcida sobre isso: "Perspectivas Sociológicas" de Peter Berger.

Fábio Adiron disse...

A final...e durante também

MamaNunes disse...

e vamos por aí fazendo histórias não é mesmo? é o que importa...
Um abração (bem lembrado)

Fábio Adiron disse...

O blogueiro está de férias??

Espero que seja isso.

Dona Sra. Urtigão disse...

Ouvi falar em férias na praia, Ubatuba, talvez, espero que seja isso.