segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Facebook e eu

Não. Facebook não é o nome de um cãozinho travesso. Falo da rede social mesmo.
E - você não vai acreditar, eu sei - mas, pensei nesta postagem antes de ler "Quanto o Universo me Paga para Não Estar no Facebook", mais um texto delicioso e provocativo do meu mano Paulo Brabo, que vc pode ler em seu blogue "A Forja Universal", se ainda não o fez. É só clicar no nome.
Pensei em fazer uma avaliação do meu Facebook. Afinal, gasto um bocado do meu tempo livre nele, e seria bom saber se realmente vale a pena ou estaria eu apenas me enganando.
Fiz mentalmente uma lista do que tenho lido/ouvido/visto e que tem valor para mim. Sem ordem de importância, aqui vai:

> Informações sobre amigos distantes - É bom saber como andam amigos e parentes que não tenho como encontrar pessoalmente (moram longe);
> Músicas e músicos que não conheço - Algumas pessoas tem o dom de achar pérolas musicais que eu reajo com "como não conheci isto antes!?", algumas vezes até com olhos marejados;
> Imagens, fotos impressionantes - Gosto de fotografia, e alguns amigos tem me presenteado com imagens extraordinárias, algumas até de autoria própria, que me deixam extasiado;
> Humor em videos, piadas, cartazes - Um primo me diverte com frequência, postando piadas hilárias. Outros escolhem alguns cartuns e fotos de humor que realmente me fazem rir muito;
> Reflexões - Conheci cronistas especiais, gente que sabe escrever lindamente e com profundidade de pensamento, e amigos se mostraram exímios escritores de textos poéticos, analíticos ou prosas do cotidiano que alimentam a alma;
> Debate de ideias - Tive a oportunidade de defender meus pontos de vista e conhecer os de outrem no campo político, social, econômico e religioso em debates que me fizeram rever posições, repensar posturas, reforçar ideais;
> Conhecer gente nova - Esta seja, talvez, a coisa mais valiosa das redes sociais, pois me permitiu não só reatar com antigos amigos (de infância até), mas também fazer novos amigos, alguns do quais tem se tornado preciosos;
> Ajudar amigos e quem não conheço - Umas poucas vezes, mas valiosas, pude ajudar pessoas em situações as mais diversas, com informações, conselhos, e indicações. E isso é tão bom!

É verdade que o Facebook tem muita bobagem e muita gente o utiliza de forma inapropriada; é verdade que não podemos permitir que ele substitua o tête-à-tête, o olho-no-olho, o abraço gostoso, o papo jogado fora, o som da voz nos ouvidos. Mas, se formos um pouquinho disciplinados, o Facebook pode ser uma ferramenta inestimável de crescimento pessoal.
Por isso, continuo lá.

2 comentários:

Rubinho Osório disse...

Por um erro de clique, deletei o comentário do meu amigo Tuco Egg.
Segue abaixo com pedido de desculpas:
​​​"O negócio é fazer como alguns por aí, não eu, óbvio, e usar o horário comercial, deixando livre o tempo livre :)

Dona Sra. Urtigão disse...

Concordo.